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Fábio e Verônica, Verônica e Fábio. Um escritor e uma musicista, pelo menos aspirantes a isso rsrs! Amantes das letras, dos sons e de tudo que é arte! Amigos acima de tudo! Fizemos esse cantinho para dividir nossas idéias e ideais aos olhos da Net!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Nós desejamos....

... um feliz Natal (atrasado rsrs) e um ótimo 2010, com muita paz, saúde, amor, amizade, esperança e fé a todos.

Um grande abraço de todos do DESARRANJO SINTÉTICO!!!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

SHOW BANDA AMITIS






O evento ocorreu na cidade Sapucaia do Sul no Rio Grande do Sul.
Foi no dia 28 de novembro de 2009 às 23hs e 30 minutos.
Fotos tiradas por Luana Elias, Amanda Elias e Fábio Nunes de Moura.
Efeitos e artes por Verônica Elias e Alexandre Cauduro.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Do alvoroço e outros fenômenos de massa

Vocês devem estar pensando: - Mas que diabo de título é esse?, ou – Esse texto deve ser um tédio. Mas acho que foi apenas inspiração momentânea ou alvoroço da mente eheheh.

Estava eu a ler o um blog no site da MTV e li a respeito do caso daquela guria que foi para a faculdade com um vestido curto, micro curto, micro micro curto e causou alvoroço geral (retificação geral: eu só tinha visto por cima os noticiários sobre esse assunto, e não tinha presenciado o vestido, ontem eu vi, mas eu achei que o tal vestido da discórdia fosse algo como uma sobre-legging –sem legging no caso- mas era um mero e simples vestido e nem era tãoooo curto assim, era curto mas normal, e ela estava com ele porque ia para a balada depois). Quem escreveu o blog que eu estava lendo disse que a reação das pessoas foi uma reação de massa, que mesmo quem não pensava exatamente daquela forma – que a menina era uma indecente, imoral, etc. – estava agindo como se pensasse, por impulso da massa. E também citou Hitler que tinha muitos sob seus comandos que não questionavam as ordens, apenas faziam, não pensavam.
Refleti sobre isso e acho que o quem escreveu estava sim certo. Multidões são perigosas. O instinto de manada é meio irrefreável. Imaginem a cena: você vê várias pessoas olhando para um ponto e gritando palavrões, olha para o ponto e vê uma guria com um vestido curtíssimo, todo mundo na sua volta começa a entrar no coro de palavras de baixo calão. Falando sério, duvido que seu primeiro instinto não seja entrar no coro, ou xingar a menina, mesmo sem a conhecer, mesmo sem pensar, apenas por uma vontade mórbida de falar um palavrão e ofender e participar, quase como um instinto de sobrevivência inconsciente.

E com isso de ser instinto não achem que estou tentando justificar, bem pelo contrário, vi hoje no telejornal que de um dia para outro simplesmente expulsaram a guria da universidade, bah eu fiquei revoltado com a ignorância, acho que acima de tudo somos animais pensantes, quando vermos que vamos ser tomados pela irracionalidade, temos que parar para pensar nos nossos atos, porque eles vão nos trazer conseqüências, e acho que a ignorância não dá bons frutos. O que vai acontecer (e tem mesmo que acontecer!) é que a universidade vai ser colocada na justiça e vai perder.

E para ajudar a mídia ta caindo em cima, já está até anojando esse assunto, eu não sei por que um simples vestido pôde causar tanto alvoroço, parecem que aqueles alunos tiveram um ataque de falso moralismo.

De qualquer forma desde pequeno na escola eu já preferia fazer trabalhos em grupos de no máximo 3, porque senão acabava em desacordo, ou virava bagunça e uns se escoravam nas costas dos outros, e isso nada mais é do que mais um belo exemplo de que multidões são perigosas. É como em um protesto em que uma pessoa grita palavras de ordem, e ela se propaga instantaneamente, seja qual for, as pessoas estão ali reunidas pelo protesto, e de que jeito a coisa vai se disseminar tanto faz, se um engraçadinho encabeçar o protesto, certamente pode causar problemas, porque suas atitudes podem se refletir nas demais pessoas e acabar gerando violência. É ainda parecido com o que ocorre nos estádios de futebol, o instinto de torcida e muitas vezes a indignação vira coletiva e gera violência das mais diversas formas, desde a verbal até a corporal (sem contar que as mães dos caras são massacradas, eheheh).

Sendo assim, temos que tomar medidas racionais, mesmo em meio a multidões, pensar bem antes de tomar qualquer atitude, porque mesmo que o gesto seja cometido em massa, cada um tem sua responsabilidade isolada. E sua consciência.

Mas falando de coisas mais leves, amanhã é meu aníver, e essa é praticamente uma postagem de comemoração, eheheh! Tem gente que não curte aniversários, eu adoro! Adoro a festa, os amigos, comemorações, o que eu não gosto é de ficar mais velho, mas se faz parte, um brinde a isso também!

Ontem aconteceu um blackout na usina hidrelétrica de Itaipu, deixando muitos Estados sem luz, deixo aqui meu protesto a esse absurdo. Mas o que mais me chocou foi saber que a usina divulgou hoje pela manhã que estava novamente trabalhando normalmente, detalhe: Via Twitter! Até a Itaipu tem twitter e eu não rsrsrs. Isso que é globalização! Abraços a todos!



Agradecimento a Fábio Nunes de Moura pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 11/11/2009).

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

O DIA VERDE NOS BLOGS!!

O Jay e o Ale do blog “Ká entre Nós” propuseram que toda a blogosfera fizesse um flash mob (uma movimentação relâmpago para praticar alguma ação pré-combinada) virtual em prol do meio ambiente. Foi proposto que todos os blogs que aderissem a esse projeto postassem, no dia 30 de outubro – o dia verde da blogosfera, algo a respeito do meio ambiente, sustentabilidade ou algo em torno desses assuntos.

Bom, óbvio que é uma ótima iniciativa e eu resolvi aderir, pois uma atitude mais global, desencadeará maiores benefícios e estimulará mais pessoas a pensarem a respeito. E esse já é um grande problema. As pessoas não pensam! E quando pensam, é só em si mesmas, senso de coletividade zero, totalmente nulo. Muita gente acha que “um simples papel de bala no chão” não via causar mal nenhum. E se causar para outros que não ela, tudo bem! Não é o extremo da ignorância? Qualquer atitude, isolada ou não, que tiver um reflexo no planeta, mais cedo ou mais tarde estará envolvendo a pessoa que a fez. “Um simples papel de bala no chão” não causará nada é? Acontece que se milhares e milhares de ‘porcos’ como você pensarem assim, mais cedo ou mais tarde acontece uma enchente, os bueiros serão entupidos por “simples papéis de bala” e transbordarão alagando muitas residências e disseminando muitas doenças.
Você, sim você mesmo aí, seu porquinho, pode estar pensando que os bueiros aqui no Brasil já são mesmo meio entupidos, que o vizinho joga lixo no arroio, que fulaninho joga garrafinhas pelas janelas do transporte público, e porque você, logo você tem que andar até uma maldita lixeira para colocar fora o seu “simples, delicado e anti-problemático papel de bala”. Eu respondo por quê. Por que o seu “simples papel de bala”, mesmo que a infra-estrutura brasileira de saneamento seja péssima, apenas ‘contribuirá’ para o caos total, no caso de uma enchente. E porque seu pensamento está errado. O nosso pensamento está errado, invertido, os valores estão quase de cabeça para baixo. Devíamos jogar o “lixo no lixo” (já dizia a Sandra de Sá), e nos esforçar por isso porque os nossos concidadãos também deveriam estar se esforçando, seria uma questão de respeito, para com o outro, para consigo mesmo e para com o planeta e o meio ambiente, desse senso de coletividade que eu falo, de todos fazerem o bem e o certo para si mesmos, pensando em todos.

Alguém já parou para pensar o que está acontecendo com o mundo? Com o planeta? Com a natureza? Já parou para pensar que mesmo a sua atitude honesta feita de coração pode sim ajudar a salvar, e se cada um disseminar suas ações para pelo menos mais uma pessoa, a coisa vai longe, se torna global, porque no estado que está, precisamos de uma ação global, afinal o problema é global (como o próprio Jay cita no Ká entre Nós), mas as ações globais começam em mentes isoladas.

O que eu faço quanto a isso? Bom, lá em casa, depois de muito falar, consegui que a mãe separasse pelo menos o lixo orgânico do lixo seco, e quando possível dividir o seco em categorias como papel, vidro, plástico. Doamos o óleo de cozinha para uma parente (ela aproveita fazendo algo, me parece que é sabão, não sei ao certo, mas ao menos não despejamos ele na pia), tentamos poupar água e luz o máximo, são essas pequenas atitudes que fazem as grandes e se todos fizessem seus ‘grãos de areia’ formaríamos um ‘deserto’!


Mesmo assim ainda temos e podemos fazer muito mais. Você não sabe o que? Vou dar umas dicas:

- Tente separar o lixo, ao menos o orgânico do seco, mesmo que sua cidade não tenha coleta seletiva, e você não tenha nenhuma ONG que ajude nesse sentido, esse ato ajuda no final, afinal os catadores terão seu trabalho poupado, pois você sabe que muita gente sobrevive disso, da venda por quilo desses materiais. Um pedaço de papel que para você significa lixo, para outros significa sobreviver, comer mais um dia.
- Não desperdice água, não fique lavando com seus lava-jatos e mangueiras seus carros e calçadas, use um balde que economiza. Não lave as calçadas se acabou de chover. Se tiver tanque, aproveite a água do enxágüe para lavar as calçadas. Já aproveite para não deixar água espalhada, cuidado com a dengue!

- Poupe energia elétrica, quando sair dos cômodos, desligue a luz. Tirar da tomada e deixar o stand by (aquela luzinha vermelha da TV, do DVD, que fica permanentemente ligada, para que você possa utilizar o controle remoto) desligado poupa luz, façam o teste e percebam como a conta baixa.

- Não desperdicem papéis à toa, reutilizem o verso, não imprimam sem necessidade! As árvores agradecem.

- Tentem não despejar o óleo de cozinha na pia, doem para alguém que recolha, o mesmo vale para as pilhas e baterias em geral, sempre tem lugares ou instituições que recolhem (tinha no banco real e às vezes têm em instituições públicas como universidades e também em supermercados), onde colocam aqueles ‘papa pilhas’ onde podemos depositar tantas pilhas usadas quantas quisermos.

- Entrem na onda da ‘sacola retornável e ecológica’, uma vez com a quantidade de sacolas suficientes para seu rancho, não precisará comprar mais (apesar de eu achar que os supermercados que deveriam dar sacolas ou caixas para seus clientes, afinal responsabilidade social é fundamental, ainda mais para empresas de grande porte que podem ajudar em grande escala). Já viram aquela propaganda em que o protagonista fala sobre não utilizar as sacolas plásticas, ele fala o seguinte: - Usar o saco (sacola de pano ou ecológica) é um saco (enfadonho), mas pelo menos não é um saco (sacola/saco de plástico). Adoro essa propaganda!

- Joguem o “simples papel de bala” ou qualquer outro ‘lixo’, na lixeira, ou guarde na bolsa, bolso, mochila, para quando chegar em casa jogar na lixeira.

Isso não é tudo, existem milhares de medidas que podemos tomar e aperfeiçoar as simples, o importante é começar hoje, de preferência para ontem até, pois já estamos mais do que atrasados. Eu não cheguei a falar, mas talvez o mais importante seja a educação, o que começa bem de baixo, vai crescendo bem. Eduquem seus filhos para serem ecologicamente corretos, se reeduquem vocês mesmos, fiquem alerta, ensinem o que sabem e passem adiante, sejam multiplicadores dessas pequenas coisas. Educando desde cedo, mais tarde não precisaremos nos esforçar tanto para solucionar um problema tão grave quanto este.

Você leu até aqui? Só tenho a agradecer! E espero que alguma sementinha esteja implantada em sua mente nesse sentido! Você é blogueiro ou blogueira? Quer ajudar a divulgar? O dia 30 vai até a meia noite! Pegue o selo, cole no seu blog e escreva ainda hoje sobre o Dia Verde! Participe!

S.O.S Verde e um abraço a todos!
Agradecimento a Fábio Nunes de Moura pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 30/10/2009).

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

STRATOVARIUS - PORTO ALEGRE

Stratovarius é uma banda originada da capital Finlandesa Helsinque do genêro Power Metal. Formada em 1984 e encerrada em 2008, retornando em 2009 e que retorno em.
Bom, em 2005 eu perdi a oportunidade de ir ao show devido ao trabalho, mas desta vez não, um show para não esquecer com facilidade. Excelente sonorização, muito bem equalizado.
O show foi realizando no Opinião em Porto Alegre a capital gaúcha:
Dia: 19/10/2009

O vocal do Timo Kotipelto impecável, Jörg Michael muito simpático e uma pegada forte ditou ritmo do show, não vi o Timo Tolkki tocando, mas o Matias Kupiainen achei excelente, uma ótima presença de palco, as 26 anos com uma responsabilidade de substituir o Tolkki, fez muito bem seu serviço não deixou nada a desejar.
Jens Johansson é uma pessoa muito estranha, mais sabe muito bem com usar o seu teclado Yamaha.
Mas a noite foi do “Que Poorrraaa!!!” , Lauri Porra o cara toca de mais, o solo dele foi espetacular, nunca tinha visto nada parecido.
Apesar de ter dado problemas nas caixas de guitarra e do baixo em Eagleheart, a galera não parou nem a banda.

Confira:



Set list

Destiny

Hunting High and Low

Speed of Light

The Kiss of Judas

Deep Unknown

A Million Light Years Away

Johansson and Porra Solo

Winter Skies

Phoenix

Guitar/Bass solos

Forever is Today

Twilight Symphony

Eagleheart

-

Forever

Father Time

Black Diamond



















Agradecimento a Alexandre G. Cauduro pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 22/10/2009).

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

O VMB 2009 foi repleto de categorias, mais de 20, com muitas estréias. A banda dos sonhos finalmente mudou, um pouco vai, mas mudou. O vocalista ficou com o carinha do Fresno, até acho ele talentoso, mas não curto o tipo de som que ele faz. Não senti a falta da Pitty, acho que ela já foi mais feliz nos anos anteriores, pode ser algo precipitado mas estando em outubro, acho que 2009 pra Pitty já acabou mesmo.

A banda dos sonhos tocou umas duas músicas e quase, quase ficou bom, tendo como guitarrista e baterista da banda da Pitty e o vocalista e o baixista do Fresno. Alguém viu o NXZERO? Sim eles ganharam como o Hit do ano, a cara deles vai. O Hit é aquela música que “gruda” nos ouvidos, eles mereceram. A música premiada foi Cartas para você.

Mais o Sul domina!

Banda Reggae ganhou Chimarruts, entregue o cachorro pelos VJs Cazé e Luiza no antes VMB. Vivendo do Ócio levou o aposta MTV e o Rock Alternativo foi de Pública, uma banda gaúcha muito boa estreando uma das novas categorias. A banda tem oito anos e lançou seu disco este ano. Vencedor Rap é claro que totalmente previsível vai para MVBill. Ele tocou umas três músicas, e tem umas letras que até uma delas eu chamo a atenção “Só Deus pode me julgar” dá muito pano para manga e tem até violino.

Vanessa ex-Camargo, com seu parceiro e música ... sei lá tudo sempre é muito ruim vindo dela. Concorreu para alguma categoria que esquece, nem vale a pena lembrar, não ganhou mesmo. O show foi, esquece.

Uma nova categoria foi a de música eletrônica e o vencedor foi à dupla N.A.S.A. A categoria Pop foi do Fresno, VMB 2009 foi DO Fresno, é mais ou menos. MPB foi bem representado por Fernanda Takai, o Samba pelo Zeca Pagodinho e Banda Alternativa foi pela Pata de Elefante, outra banda gaúcha e muito, muito boa é pouco para ela.

Marcelo Adnet foi perfeito, maravilhoso e claro, super engraçado, coisa que o Marcos Mion não sabe faz tempo. Mion que vai trocar novamente a MTV (se eu fosse ela nunca mais aceitava ele de volta) pela Record, chorou?!?!?! Quando este mesmo ganhou o melhor Twiter 2009 (ficou se achando o bom, bom ele até foi e muito, mas perdeu a espontaneidade que Adnet não deixou escapar e folgou no companheiro).

Paralamas ganhou como melhor show, artista revelação foi do Cine, blog do ano levou o Blog dos Nerds, banda rock foi o Forfun?!?!?!, na categoria harcore quem leva para casa o cachorro é a Dead Fish, filme e ou documentário é dos Titãs, melhor jogo foi o The Sins3 ...

Bom, o artista do ano foi o Fresno e fiquei pensando que nenhuma banda mereceu muitos prêmios este ano, mesmo o Fresno ter ganho mais de dois. Mas cheguei a conclusão que a variedade de categorias pairou sobre o VMB. Então viva as novas categorias, viva a democracia.

Nem vou comentar a banda que curto que finalizou o VMB pois além de banda gringa, o que deveria finalizar é uma banda brasileira e não valorizar num evento deste o que é de fora, não foi nada motivador, foi fraco o show.

Agradecimento a Verônica Elias pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 01/10/2009).

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Skoob

Claro, com esse título você deve estar pensando: - Mas que diabo é isso??
Eu explico: O SKOOB é um site que funciona como uma estante virtual de livros. Isso mesmo! E, além disso, é brasileiro!

Você faz um cadastro simples e procura os livros que você já leu e adiciona na “sua estante”. Assim, você faz um catálogo de tudo que já leu ao longo da vida, do que você está lendo e do que você pretende ler. E pode compartilhar isso com os amigos, pois você faz um perfil, pode colocar foto, resenhar os livros lidos, dar notas para eles, etc.. Também tem página de recados. É como se fosse um ‘orkut literário’. Para mim, que sou viciado em livros e sempre gostei de anotar tudo que leio, é perfeito!

Para dar certo grau de “concorrência” (mas saudável) entre os participantes, na página da sua estante é exibido um “paginômetro” no qual são contadas quantas páginas (somando-se todas as páginas de todos os livros adicionados como lidos) você já leu até o momento! Se algum livro que você leu não estiver no acervo deles, você mesmo pode adicionar (tomando o cuidado para não duplicar nenhum livro).

Se você prestar bem atenção, vai descobrir que o nome do site: SKOOB, nada mais é que BOOKS (livros em inglês), e o lema do site é: “O que você anda lendo?”.

Bom, deixo esse site como dica, pelo que vi e li a respeito dele, ele está sendo um sucesso por aqui e para mim é extremamente interessante. Para quem quiser dar uma olhada, ou até mesmo entrar na minha rede de amigos por lá, deixo aqui o link do meu perfil: http://www.skoob.com.br/usuario/mostrar/14656/

Podem me add que ficarei contente de tê-los por lá também!

Abraços a todos!

Agradecimento a Fábio Nunes de Moura pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 24/09/2009).

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Serviço Militar Obrigatório

O que me aborrece mais nesse título é a parte do “obrigatório”.

Não sei e não entendo porque tem que ser obrigatório. Quanto foi minha vez de ter que comparecer à obrigação, foi um terror. Sofri praticamente um ano antes de ter que ir ver se servia ou não. Eu não queria. E para que ia querer? Eu até já trabalhava. Não queria pelo dinheiro e a carreira não me agradava em absoluto. E, como eu muitos guris não querem seguir esse caminho. Porque se não é pelo dinheiro (mesmo se eu tivesse desempregado eu não encararia apenas pela grana, é uma questão de gosto e eu realmente não gosto da área, como não gosto de mecânica), e se a pessoa tem outra carreira em mente, um ano dentro do serviço militar é uma tremenda perda de tempo. Sem contar que os boatos que rolam por aí sobre o abuso de poder lá dentro contra os novatos e outros abusos não instigam em nada quem não quer entrar. Quanto ao pensamento de que o exército torna a pessoa disciplinada, até concordo, mas isso não é regra para todos, afinal sempre me considerei um cara com disciplina, e para isso não precisei acordar todo dia as 4 da madruga faça chuva ou sol e receber treinamentos para guerra, etc. etc. Esse tipo de coisa, para mim, só ia fazer mal, estar lá contra a vontade, com pessoas estranhas, fazendo o que eu não gosto, só ia me deprimir, me fazer ter uma repulsa maior ainda por ter sido obrigado a fazer o que não quero. Eu sou totalmente adepto de “se trabalhar no que se gosta”, acho que isso que leva a pessoa à eficácia!

Esses tempos estava conversando com amigos do por que da obrigatoriedade, que na minha opinião devia cessar, que fosse servir quem quisesse. Daí me disseram que era obrigatório porque em caso de guerra o Brasil precisava ter gente treinada para isso. Bom, mesmo assim mantive minha opinião, afinal, para começar, se o mundo entrasse em guerra, certos países (leia-se o maldito dos estados unidos) poderiam bombardear e acabar com o mundo assim ó: num estalar de dedos ( e todos os coitados que estavam se matando de treinar, realmente teriam sido mortos treinando ahahahahh). Agora caso, numa hipótese vaga, a guerra fosse prolongada por mais de 3 dias, por total compaixão pelo planeta, pelo patriotismo mundial dos americanos e de quem mais se metesse na tal da guerra, e o Brasil fosse poupado, ou se aliasse de um lado que permitisse sobreviver por mais de 72 horas, não creio que seja necessário utilizar gente na guerra, que simplesmente detesta o cargo, só porque têm 18 anos ou próximo disso, serão obrigados a guerrear...ridículo...e isso só até um país por aí resolver acionar uma coisa mais bélica e brutal...desperdício de tempo.

E me digam: porque não se pode utilizar somente quem quer participar do serviço militar, pelo que sei, os números são bem divididos, de todo mundo que vai para servir, metade quer, metade não, e não tem lugar para todo mundo. Então em vez de fazer uma seleção ridícula, do tipo como foi a do meu irmão, totalmente na sorte, cada um indo para um lado, aleatoriamente, e quem ficasse de um ia, quem ficasse do outro, não. Assim, sem critério nenhum. Se precisam de um número ‘X’ de pessoas, e somando-se todos que querem, ainda faltar, aí sim, que peguem quem não quer, por sorteio que seja, mas se tiver gente suficiente, para que submeter os outros a esse martírio, a essa perca de tempo desnecessária? Aí está uma solução simples, não acham?

Bom, eras isso. Abraços a todos...Desculpe a ausência por aqui...o trabalho andou tomando muito o meu tempo nas últimas semanas...Obrigado a todos os que passam por aqui, tenho um carinho todo especial por vocês!


Agradecimento a Fábio Nunes de Moura pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 16/09/2009).

sábado, 5 de setembro de 2009

Dica de livro - O REI DO ROCK

Sem muitas palavras, mestre é mestre e fim de papo. De uma coleção de obras excelentes, Luis Fernando Veríssimo já caíu a muito tempo no gosto dos que procuram uma literatura pra lá de culta e engraçadíssima. Este é um dos livros dele e para variar é ótimo. Ele é composto por 41 crônicas, com 145 páginas e boas risadas. Vale muito apena. Aí vai uma pedaço de uma crônica:

Relações Públicas


Desconfio que os historiadores – ou arqueólogos – do futuro (se houver um futuro) falarão de nós como a Era das Relações Públicas. Esta terá sido a época em que o que importava não era você, era a sua imagem. O sucesso não era uma vitória do talento, da virtude ou da perseverança, mas um triunfo de marketing (pronunciava-se marquetchim) e de bons contatos. E nenhum crime – salvo, talvez, a matança de pombos – era tão hediondo que não pudesse ser recuperado com uma boa campanha promocional.

Relações Públicas é uma especialização recente. Não existia, por exemplo, na época de Herodes. E por uma questão de justiça histórica um vilão como Herodes deveria beneficiar-se das modernas técnicas de Relações Públicas, numa espécie de limpeza retroativa no escritório de RP encarregado da conta Herodes.

“De: Departamento de Pesquisa e Planejamento

Para: todos os departamentos

Assunto: Operação Rei das Creches

Imagem negativa do Cliente se deve a boatos, nunca documentados, de que teria ordenado o massacre de todas as crianças do sexo masculino nascidas na Judéia em determinada época. Os boatos se sacramentaram pelo uso repetido. Descendentes do Cliente querem reabilitar seu nome e, se possível, acionar, por calúnia e difamação, os editores da Bíblia. Nossa estratégia deve ser cautelosa, pois o assunto tem conotações religiosas delicadas. Devemos atacar em uma destas três frentes, ou nas três simultaneamente, quando possível:

“1) Questionar a veracidade do relato bíblico. A Bíblia, como se sabe, tem sido muito criticada ultimamente pela sua imprecisão histórica e lapsos jornalísticos. Ninguém duvida, por exemplo, que as águas do mar Vermelho se abriram, mas a Bíblia não revela como as tribos de Israel passaram pelo fundo do mar sem atolar na lama. Podemos encomendar alguns artigos sobre incongruências na Bíblia. “Se só os animais que estavam na Arca de Noé não morreram no dilúvio, como foi que os peixes sobreviveram?”

Coisas assim. Prepararíamos o terreno para a revelação de que Herodes apenas mandara fazer uma circuncisão em massa dos recém-nascidos e não tinha culpa se a faca escapara.”

“2) Aceitar o massacre mas insinuar que ele não fora, necessariamente, uma coisa ruim. Artigo no Reader’s Digest: Genocídio: prós e contras. Ressaltar que Herodes só mandara matar meninos e procurar a simpatia de grupos feministas.

“3) Vender a idéia de que Herodes mandara matar, sim, mas se arrependera logo depois e adotara várias crianças da região. Todas meninas, claro. Propor a criação de uma rede internacional de Creches Herodes.”

(continua...)


Luis Fernando Veríssimo e Verônica Elias | 2006

Agradecimento a Verônica Elias pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 05/09/2009).

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Conversas de Viagem

Quem pega ônibus e trem vai saber do que estou falando! Normalmente as pessoas estão concentradas lendo, escutando música ou ainda dormindo. Mas sempre tem quem não tenha nada para se concentrar e fique apenas olhando as árvores passarem ou escutando a horrível música de rádio de consultório de dentista que os motoristas botam.

Esses dias estava eu lendo no trem, e, como todos sabem, às vezes não tem como deixar de ouvir uma conversa ou outra, o que na verdade é muito engraçado, pois tu acaba sabendo da vida de uma pessoa, ou trechos de histórias, e as vezes até mesmo tem que descer e fica curioso querendo saber onde poderia ter acabado aquilo tudo. Me deparei com uma conversa muito sei lá, estranha-cômica eu diria...

Era um cara, alto, de aproximadamente 30 anos, que viu a menina que estava do meu lado, que era menor do que ele, e deu a impressão pelo jeito com que falou com ele de que eram tipo, apenas conhecidos, como de colégio por exemplo. Depois fui vendo que eram mais íntimos, talvez até amigos, mas o que eu fui escutando estava bem mais interessante do eu o que eu estava lendo. Não que até hoje faça qualquer sentido para mim o que eles conversaram, mas com estavam do meu lado eu acabei escutando e querendo saber mais. Me lembro que ele disse para ela que ainda queria dançar no “queijinho”, que ele faria academia e depois poderia dançar e que ela sabia que ele era louco e faria isso mesmo. Daí já fiquei pensando que o cara fosse um stripper, ou dançarino de boate noturna. Os dois eram bem chegados sim, e umas 3 ou 4 vezes um fingia que batia na cara do outro falando “pchss, pchss, pchss” imitando o som das supostas batidas....ahahhah. Depois disso ela pegou o celular dele e começou a olhar as mensagens, depois ele pegou e mostrou uma em específico para ela e disse: - Eu mereço! Receber declaração de amor de uma prostituta! Bom, daí já imaginei que em vez de dançarino de boate ele pudesse ser um cafetão....ahahahha. E ele ainda falou que tinha faltado a uma aula, que eu entendi que era aula de voo. E que ele não podia faltar mais porque já tinha esgotado as faltas...

Agora me digam se não é engraçado...um stripper/cafetão que quer ser piloto de avião...aahhahah. Bom, depois disso eu tive que descer, então não pude escutar mais nada, mas assim que comecei a escutar essa conversa anormal eu já sabia que ia postar a respeito...mas e vocês? Têm alguma dessas para nos contar??



Agora eu queria agradecer ao selinho "Essse Blog dava um livro" que o Jay e o Ale do blog Ká entre Nós nos ofereceram, na verdade o Desarranjo só tinha sido indicado uma vez para receber selo, e eu nem postei o selo porque na verdade eu acho que não adianta dar selos só por dar, porque essa regra de ter que mandar para tantos blogs acaba que viciando tudo e todo mundo acaba recebendo, daí já não vale mais a intenção, porque vira uma corrente. Como eu sei que esse não é o caso do Ká entre Nós, que é uma parceria nossa recente e que muito me agrada e que eu sei que eles nos passaram esse selo por realmente gostarem do nosso blog, o selo está aqui postado com nossos mais sinceros agradecimentos. E gostaria de agradecer os comentários sempre tão bem colocados do Jay e do Ale, dizer que amizades são sempre bem vindas aqui e deixar o Ka entre Nós recomendado a todos que passarem por aqui!

Já que eu tenho que indicar 3 blogs para ganhar esse selo, eu indicarei, mas as minhas regras são que os escolhidos pegam e postam esse selo se quiserem. O certo é que esses 3 indicados são especiais aqui para o Desarranjo, grandes parcerias e amizades e blogs que eu realmente recomendo que vocês dêem uma passada porque valem a pena (ao menos dêem uma clicada e leiam lá, não dói e tenho certeza de que o conteúdo é de qualidade)! São eles:

- Confissões Ácidas;

- Feriado Antecipado;

- O Antagonista.


Ok.
THE END!

Agradecimento a Fábio Nunes de Moura pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 26/08/2009).



sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Ah, o amor!

Na realidade amei muito, amei meus bichos de estimação, minha família, minhas músicas, minhas bandas, meus livros e discos...
Amar é do ser humano. Dependemos do amor para ser felizes, amar o que fazemos, amar aonde estamos, amar, amar, amar e amar...
Acho que o encantamento inicial, aproveitando os escritos abaixo do nosso amigo Fábio, de um relacionamento é normal, assim quando ganhamos uma bola, uma roupa, um livro...
É da natureza das pessoas se deslumbrar com as novidades, com o primeiro beijo, com o primeiro
passeio de mãos dadas, a primeira vez que vai jantar na casa da namorada...
Confesso que tudo poderia ser sempre assim mas não é, as coisas caíem na rotina e, às vezes, não
nos renovamos, renovamos a situação. Aí as coisas ficam sem o brilho, sem a menor graça e culpamos o outro por não tentar, não reagir e aí vem o "Você não me ama mais","Você não gosta mais de mim", "Temos que discutir a nossa relação", "Tem outra pessoa?".... (acho que a maioria já passou por isto e detalhe: A CULPA TAMBÉM FOI SUA!
Eu amo o meu namorado, mas nem sempre é assim. Tem dias que agente não valoriza quem está
do nosso lado mesmo ela sendo uma pessoa maravilhosa. Tem dias que ela não ser ou estar tão maravilhosa o quanto ela é, mas hoje tenho certeza que ele é tudo o que preciso. Ele me faz feliz e tenho vontade de correr o mundo sempre ao seu lado, mesmo em momentos não tão legias, quero sempre ele ao meu lado.
Nem sempre foi assim, já achei que estava com a pessoa certa e não era, e descobri da pior maneira mas da maneira mais sadia, tentei. Eu achei que dava para insistir num relacionamento que ninguém via futuro que durantes anos, mesmo separados, alimentava ilusões.
O tempo sempre é o melhor remédio para as coisas.
Mas acredito que nesta situções podemos contar sempre com a nossa família e com os amigos.
Nesta base, neste porto seguro nos sentiremos mais fortes, mais dispostos a encarar os desafios.

Agradecimento a Verônica Elias pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 14.08.2009).

sábado, 1 de agosto de 2009

Post EMO-Reflexivo

Hum...não sei se já escrevi algo assim por aqui...apesar de ser bem sentimental...mas além de não ter idéia para escrever sobre outra coisa, estou pensando em escrever sobre coisa nenhuma, algo meio reflexivo mas sem objetivo, sem foco, a não ser que seja para eu parar de sentir o que quer que esteja sentindo. Não dizem que os escritores escrevem para si mesmos? Pois então...talvez seja isso...rsrsrs. E antes que me perguntem, não eu não estou com a estima baixa, e não, eu não estou apaixonado, e não, não estou depressivo, e ainda não, não estou me drogando e fazendo uma experiência para ver o que escrevo quando estou assim. Apesar de que não seria tão má essa idéia...ahahaahah.

Tem algumas facetas do amor que são desgastantes não acham? Por exemplo...eu não entendo como as pessoas podem simplesmente se apaixonar de uma hora para outra...uma coisa bem química mesmo...de um segundo para outro você venera uma estranha que nunca viu antes, e em 5 minutos você confia mais nela que em qualquer um que você conheça. Não é absurdo? Tudo ser tão lindo no começo também é ilusão, assim que passarem os beijinhos e carícias só resta o quê? Conhecer os defeitos e isso sim vai dizer se você vai ficar junto por mais tempo ou não...e isso serve tanto para o amor como para a amizade...não ficamos por causa das qualidades das pessoas e sim por causa dos defeitos...se agüentarmos os defeitos de determinada pessoa, passamos a conviver com ela...se suportarmos suas manias, podemos viver juntos para sempre, enquanto se a resposta for negativa...fim de relacionamento...

E o pior de tudo...se adaptar as manias da pessoa e fazer com que ela se adapte as suas...Se cada um não ceder um pouquinho do seu lado (eta ditado antigo e certo!) a coisa não anda. E mesmo assim, mesmo sabendo dos defeitos da pessoa, mesmo vendo e convivendo com isso todos os dias ainda temos que domar as nossas malditas idealizações...sim! Porque elas estão ali sempre perturbando, perguntando porque estamos com uma pessoa que não é 100% como queríamos ou precisávamos....se pensar assim não é a coisa mais egoísta que existe? E onde o amor entra nisso...Para mim amor não tem nada de egoísmo ou outros sentimentos negativos...

E cada vez que começa um novo relacionamento é isso de novo...por isso que eu digo que é desgastante, por isso que tanta gente age sempre na defensiva, porque machuca demais e talvez seja mais fácil sofrer e esperar algo que não podemos ter do que ter e ver que não podemos ter igual...não do jeito que queremos! Só não sei porque sempre queremos a perfeição se somos seres imperfeitos...acho que temos que ser um pouquinho mais...abertos, por assim dizer e não esmorecer nunca...afinal, apesar do desgaste que causa, existem milhões de pessoas por aí que estão atrás de seus amores e não desistem nunca...ainda sou daqueles que acreditam que tudo acontece quando tem que acontecer.

Agradecimento a Fábio Nunes de Moura pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 01/08/2009).

sábado, 25 de julho de 2009

Um lobisomem filósofo?? Dicas de livros:

Duas dicas de livros:

Para quem gosta de contos de terror aí vai uma boa pedida para ler embaixo das cobertas ao som de The Beatles, o livro de Stephen King – A hora do lobisomem. São doze contos, correspondentes cada um a um mês do ano. Todas as estórias vão se interligando e fazendo com que você descubra o mistério que as envolvem.
É um terror simples, porém com uma boa abordagem e claro com bastante sangue para deixar os amantes do gênero literário com sua sede saciada. Li e gostei, até porque sou uma admiradora de King, não fã como os colaboradores do blog Fábio e a Amanda, mas eu e o outro colaborador Alexandre, estamos bem satisfeitos com tais obras até então lidas.


A outra dica é para quem está assim como eu neste inverno, um pouco “filosófica”, se posso assim dizer, é o Livro O mundo de Sofia de Jostein Gaarder. Estou lendo ele ainda confesso, mas acho que depois do que li ele já valeu apena, independente do final do livro. Passa-se a história com uma menina chamada Sofia que começa a fazer um curso à distância de filosofia, guiada por um desconhecido. Nele, são contadas as histórias desde o início da filosofia e quais as questões de que ela se preocupa resolver. Mas vai explicar isto para mãe de Sofia que está achando esta história meio sem pé nem cabeça.




Agradecimento a Verônica Elias pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 25.07.2009).

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Cultura Gratuita. É possível?

Até algum tempo atrás eu era estagiário, o que quer dizer, ganhava pouquíssimo, quase pagava para trabalhar, eheheh. Trabalhava meio turno, e nessa época descobri, que qualquer um, querendo, pode ter acesso a bons eventos culturais, gratuitos (ou quase), basta dar uma procurada nos lugares certos. Então não tem mais desculpas para não se ir ao teatro ou cinema, que eu até admitido que não seja a coisa mais barata deste mundo, mas assim -gratuitamente- fica fácil poder desfrutar de boas coisas gratuitamente!
Mas onde são os lugares certos? Bom, por exemplo, as Universidades. Nessas minhas andanças buscando esses eventos culturais, eu descobri uma mostra universitária de teatro da Universidade Federal que apresenta uma vez por mês uma peça diferente e em dois horários distintos. A mesma peça é apresentada durante um mês todas as quartas-feiras. Eu acredito que todas as universidades que têm curso de teatro, devem ter um núcleo de arte dramática, ou seja, aí está um bom lugar para achar boas peças por preços baixos ou nulos. E também, as Universidades têm um espaço para cinema. Eu consegui assistir a muitos filmes bons, desde undergrounds até filmes famosos, e tudo de graça!

Outro lugar bom são as "Casas de Cultura" que várias cidades e capitais têm. Sempre têm programações amplas, com preços baixos para filmes, teatro, música e exposições.
Outro lugar bacana em que achei eventos bacanas foi em um teatro daqui, tinha um projeto de recitais, o horário não era muito acessível, mas vale a pena ficar ligado nos sites dos teatros de suas cidades e capitais que muitas vezes aparecem coisas boas. Eu assisti a concertos de piano, violão, violoncelo, clarinete, coisas lindas de se ouvir, música clássica e de qualidade, e gratuita!
Na maioria das cidades têm locais públicos, como anfiteatros ou praças em que acontecem muitos shows, normalmente música. Temos aqui mais uma boa oportunidade para desfrutar de bons momentos sem gastar nada!

Bom já que está chegando o final de semana, ficam aqui as minhas dicas, quem sabe você já não aproveita nesse find mesmo? Afinal, a desculpa dos sem-grana acabou!! Ehehehe!

No nosso calendário (lado direito do blog), está a homenagem do Desarranjo Sintético ao dia do Rock, quem posa para a foto esse mês sou eu mesmo! Abração a todos!

Agradecimento a Fábio Nunes de Moura pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 17/07/2009).

sábado, 4 de julho de 2009

O Rei do Pop - Michael Jackson

Triste, muito triste com o fato de o maior artista do Pop ter deixado nós mortais, pois quem é rei, sempre será. Não faço parte das pessoas que não sabiam quase nada dele e agora sabem tanto quanto um fã. Porém não as condeno. Quem não conhecia o seu trabalho, estava perdendo um show completo de muito técnica e talento, isto mesmo um show completo, não era só produção, não era só um bom produtor por trás, não era só um figurino impecável, não era só uma dança escandalosamente perfeita, não era só ótimas letras de músicas, não era só melodia, não era só uma voz.....
Ah que voz! Perfeita para todo o contexto que ele se apresentava. Não sou fã. Mas não sou contra nenhum pouco. A expressão de "Ele é o cara" nunca caíu também. Sobre seus cds, clipes, shows, vida pessoal, o íncio de tudo.... vocês devem estar sendo bombardiados diáriamente com isto. Recomendo olharem mesmo, sem medo ou culpa de estar seguindo o que a mída mostra. Lógico que ele não era nada perfeito, mas todas as acusações, escandalos e desvios mentais (se posso chamar assim), morreram com ele, e quando for enterrado, será sepultado com ele.
Doce Michael Jackson. Para mim, uma eterna criança que não queria crescer, para os outros tantas ou iguais coisas que agora não fazem diferença. Rei é rei e sempre será.


Agradecimento a Verônica Elias pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 03 e 04.07.2009).






sábado, 20 de junho de 2009

Desenhos animados e gibis

Sempre gostei de ler. Em minha infância toda li os gibis do Maurício de Souza, ou seja, Turma da Mônica. Eu adorava, desde de quando eu comecei a ler, lembro que ia com alguns coleguinhas pegar os gibis na caixa de brinquedos da escola e me sentava na porta para ler na hora do recreio. Lembro que eu gostava de quase todos os gibis da turma da Mônica, os da Mônica, Magali, Cebolinha, Cascão e mais tarde Parque da Mônica. Mas não gostava do Chico Bento. Não sei o porquê disso! Não sei se a linguagem da roça que contrariava o português me irritava porque sempre gostei de escrever (eu tento!) corretamente (acho que não, porque os do Cebolinha não me “ilitavam”) ou se era porque eu achava as histórias chatas, ou pura implicância, não sei mesmo, mas quando eu não tinha mais nenhum gibi para ler, e meu vizinho só tinha os do Chico Bento que eu tinha rejeitado, me obriguei a pegar esses mesmo e ler tudo de vez, ahhahahha. Sei que quando mais velho, trocava os que eu tinha por outros de outros colegas. Lembro de uma vez que uma colega emprestou uma mochila cheia de gibis, imaginem só a minha felicidade! Li gibis até ganhar de aniversário meu primeiro livro: “Morte no cinco estrelas” de Marcos Rey, da série vaga-lume. Claro que não desgostei dos gibis, inclusive meu pai tinha vários do Tio Patinhas, Mickey e cia e tinha também aquelas séries especiais do tipo “As feiticeiras” com todas as histórias de bruxas (Maga Patalógica, Madame Min, etc.), que eu adorava.


E quanto a desenhos animados, sempre fui “desenheiro” e até hoje não dispenso olhar um bom desenho. Mas que os desenhos mudaram de antigamente, ah mudaram! Parece que hoje só tem desenho de luta...e sem graça. São as espiãs demais, Pokemon, Digimon, Padrinhos mágicos. Eu costumo dizer que não assisto/assisti nada que acabe com “ON”. Sei lá, nunca vi esses pokemons da vida, e nunca me atraiu. Mas vocês têm que concordarem que tinha charme os desenhos de antes estilo Pica-pau (quem não lembra do episódio que ele ia “descer as cataratas em um barril”, ou o da vassoura da bruxa que para ela voar tinha que dizer “E lá vamos nós”, ou aquele do “Espalha lixo”, ou ainda o do barbeiro em que o Pica-pau canta “fígaro”), afinal não é à toa que criaram um novo Pica-pau (prefiro o original) e estão reprisando direto. Tem também o Tom e Jerry e a Pantera Cor de Rosa (da Pantera e do Pica-pau até gibis eu tinha!). Quem não lembra dos Ursinhos Carinhosos?? Coração Gelado, Malvado e Laurinha?? Tinha também o Nossa Turma (com aquela musiquinha de abertura: “Get along gang, get along gang”. Também gostava de olhar os alternativos do canal 4 como Cavaleiros do Zodíaco, Sailor Moon e Shurato (todos animes de luta, mas eram muito legais e Sailor Moon em especial até engraçado era). Tinha também o Space Ghost e os Herculóides (ok, ok, eu sei que estou me puxando!). Ah e Thunder Cats?? E He-Man?? E também tinha o Desenho do Tio Patinhas: Duck Tales: Os caçadores de aventuras e falando em caçadores, quem não lembra dos Caça Fantasmas?? Ah e claro: Os Muppet Babies!! Mas enfim, eram diferentes e divertidos e eu não me importaria se começassem a reprisar como vêm fazendo com muitos outros. Se lembrarem de mais algum legal, podem citar nos comentários!

Agradecimento a Fábio Nunes de Moura pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 20/06/2009).

sexta-feira, 12 de junho de 2009

As mulheres na literatura

Ah...Mulheres, que assunto bom, não? Vamos associá-las a outra de minhas paixões: a literatura, e este post ficará maravilhoso!

A maioria das pessoas quando solicitadas por exemplos citam pai ou mãe. Na minha vida, eu tenho dois grandes exemplos: minha mãe e minha vó. Duas mulheres fortes que são as heroínas da minha história, bases para meu caráter e exemplos permanentes para a vida afora.
Como eu amo ler, vou falar um pouco e citar algumas mulheres de minhas leituras, umas conhecidíssimas, outras nem tanto, quem gosta de ler sabe que muitas coisas e personagens ficam gravados na mente e a leitura em si é um prazer, uma distração, uma experiência e um alimento ao conhecimento e ao saber particular de cada um!
Bom, começarei pela Ana Terra. Personagem da trilogia “O Tempo e o Vento”, de Erico Veríssimo, é uma mulher forte, como escreveu e/ou disse o próprio Erico. As personagens femininas desse livro são todas muito fortes e o lado psicológico delas é muito bem escrito e reflete não só a vida do próprio autor como eu tenho certeza que muita gente se identificou com esses sentimentos. Até hoje eu comento que com essa trilogia eu aprendi muito sobre a história do meu Estado, especialmente sobre as guerras entre “maragatos” e “chimangos” (guerras políticas), talvez até mais e com maior precisão de detalhes do que na escola. Ana Terra me marcou bastante e eu não esqueço algumas partes do livro (no capítulo que também tem seu nome) como, por exemplo, a parte que ela descobre sua sexualidade, que sente “coisas estranhas” e que acaba com a cena dela se entregando para Pedro Missioneiro na beira do rio (segundo minha professora de literatura: a melhor cena de defloração da literatura). Lembro-me também da cena em que ela, quando sua casa é tomada de assalto, se deixa aparecer, para que sua cunhada e sobrinho possam escapar, e acaba sendo estuprada. E também tem a cena em que ela própria, com uma arma (tipo espingarda) mata um invasor. Influenciou-me muito esse livro. Até mesmo utilizei, quando precisei de um codinome, o sobrenome Terra. E meu sobrenome (Bio – que minha amiga retirou de parte do meu nome) eu também conecto direto com esse livro, afinal, era o mesmo apelido de Toríbio (também era parte do nome dele), irmão de Rodrigo Cambará (outro personagem principal do livro).

E quem nunca ouviu falar de Capitu, a moça dos “olhos de ressaca”?? Uma das mais célebres (senão a mais célebre) personagens de Machado de Assis. Afinal, “Dom Casmurro“ é um livro quase sempre exigido para vestibulares, e também é bem conhecido (e muita vezes odiado) nas escolas de ensino fundamental e médio, afinal Machado é um dos nossos maiores escritores. Muita gente acha esse livro muito ‘água-com-açúcar’. Claro que é um romance, e admito que a linguagem, por ser antiga, não é lá muito fácil. Mas por mais enfadonho que possa ser, por descrever demais os detalhes, o livro apresenta um assunto atual e mostra como eram os relacionamentos na época. Eu mesmo já o li duas vezes. E quem não lembra das dissimulações e artimanhas de Capitu? Quem não a imagina? E quem nunca discutiu se ela traiu ou não Bentinho? Por mais “batido” que possa estar esse livro, Capitu atravessou e atravessa gerações, com seu olhar oblíquo e dissimulado, encantando muita gente e inspirando muitas coisas, como a recente minissérie “Capitu” da rede globo, e o filme “Dom” com Maria Fernanda Cândido.

Quem leu “O cortiço”, de Aluízio Azevedo, saberá de quem estou falando. Rita Baiana não aparece no início do livro, mas quando aparece, chega e arrasa! Mulata com ginga, Rita é como um símbolo da linda mulher Brasileira. Chega impondo sua presença, seu perfume e atraindo a atenção com sua beleza. Sua passagem no livro atrai a atenção para ela, corrompe maridos fiéis e deixa sua marca como personagem. Vale a pena ler o livro.

Vamos falar agora de Macabéa...sim, ela mesma, a doce e desgraçada Macabéa. Nordestina e desgraçada, pobre de corpo e alma, só poderia mesmo ter sido criada por Clarice Lispector, uma mestra das palavras. Ela que era datilógrafa e que teve o fim que teve, acabou na minha memória. Personagem principal de “A hora da estrela”, Macabéa tem uma trajetória de vida única, narrada no, se não me engano, último romance da autora, e se assim for, parecerá até mesmo um romance premonitório. Quem ler, vai entender!

Vamos às estrangeiras. Uma das únicas personagens principais do mestre do terror, Stephen King, Jessica Burlingame – Jessie para os íntimos – é personagem do livro “Jogo Perigoso”, o qual recomendo arduamente por ser um dos que mais gostei. Vocês podem estar se perguntando, mas que história de terror teria vivido essa moça?? E eu digo: terror psicológico de primeira qualidade, onde o passado vem assombrar um presente que atravessa a escuridão e o medo. E ela terá que se livrar do seu pior inimigo (ela mesma) para que possa sobreviver. E o jogo a qual o título do livro faz menção é um jogo sexual. Junte tudo e imagine o quão maravilhoso é o livro!

Eu meio que me apaixono por cada uma das personagens que acompanho...aiai! Terei que falar de Laurie Montgomery, médica-legista, e personagem principal dos livros “Cego” e “Cromossomo 6”, do também médico e escritor Robin Cook. Cook é especialista em thriller-médico, e esses dois livros podem ser lidos em seqüência, pois são com os mesmos personagens. Laurie é uma médica muito esperta que acaba entrando em contato com organizações criminosas, ou seja, a própria máfia nova-iorquina. Os livros de Cook são surpreendentes por ter apenas uma linha muito, mas muito tênue entre a ficção e a realidade, misturando ciência e medicina com suspense e romance.

Deixo isso como dicas e tenho certeza que se lerem esses livros, certamente se lembrarão futuramente dessas mulheres maravilhosas. Abraços!!

Agradecimento a Fábio Nunes de Moura pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 07 e 11/06/2009).

domingo, 31 de maio de 2009

Um cara chamado Robin Cook!


Não teria palavras para descrever um dos meus ídolos, mas achei que finalmente estava na hora de contar um pouco dele aqui no blog. Ele se chama: Robin Cook.
Minha adolescência foi lendo alguns de seus livros e escutando muita Legião Urbana, sobre o trio de Brasília falo outro dia, pois hoje a postagem é de Cook (para os íntimos).

Aí vai algumas informações básicas:
Dr. Robin Cook (nascido em 4 maio, 1940, em Nova Iorque, Nova Iorque) é um americano, médico e romancista que escreve sobre medicina e os temas que afectam a saúde pública.
Cook é um graduado do Wesleyan University e Columbia University School of Medicine. Ele terminou a sua formação médica pós-graduação em Harvard. Ele divide seu tempo entre casas em Boston e de Nápoles, Flórida, onde vive com sua esposa, Jean, e filho.
Cook é autor de vários livros que viraram grandes sucessos. Dê genero mais para
ficção médica, o suspense predomina em suas estórias. Alguns o chamam de romancista por causa de suas novelas lançadas ou pelos filmes, ou pelos livros mesmo que sempre abordam assuntos bem atuais da nossa saúde pública com mocinhos e bandidos.

Alguns de seus livros:


Se puder, comece a ler hoje mesmo.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Pérolas de Vestibulares de Música

Bah, não dá para acreditar...

Eu sei que essas coisas que circulam pela Internet, não são mutio confiáveis, mas sempre leio essas "pérolas de vestibular" para rir um pouco, normalmente os alunos assassinam a língua materna, fco imaginando agora com o tal acordo ortográfico o que não vai ser.

Recebi essas pérolas por e-mail, e resolvi postar porque, tirando a veia cômica, fiquei muito indignado com o que li. Afinal, a língua portuguesa é mesmo difícil, o nosso ensino não é lá essas coisas (não que isso justifique), etc.. Mas essas pérolas são de vestibulares de música, então pensem comigo: essas pessoas tem um nível de ensino médio, no mínimo, afinal estão prestando vestibular, e no caso de música, muitas universidades exigemum teste prático muito antes do teórico para avaliar a pessoa. Então digamos que essas pessoas tenham passado no teste prático e tenham ido para o teórico. Isso quer dizer quese elas passaram no teste prático ao menos conhecem um pouco de música, teoria musical, ou ao menos conhecimento geral de música. Pensem agora que "normalmente" as pessoas ESTUDAM quando vão prestar vestibular e que "normalmente" existem itens nos editais que dizem "o que estudar, matérias que caem, assuntos pertinentes e as vezes até bibliografias", então quer dizer que esses asnos, ops, quero dizer, estudantes ESTUDARAM para escrever isso??

Além da total falta de coerência das frases, alguém que quer ser músico/musicista, que aprecia essa arte teria que conhecer um pouco mais a respeito dela e deveriam se envergonhar de "profanar" grandes nomes da música com tanta besteira (os coitados devem estar se revirando nos túmulos). Eu mesmo que não conheç música clássica, nem nunca estudei música, apenas assisti a alguns concertos/apresentações (gratuitos) de música, sei que é totalmente absurdo o que está escrito ali, como alguém que quer pertencer à música pode falar aquilo, acharam que podiam passar no "chute"? Seria melhor não escrever nada então...


Segue as pérolas...


1.Agnus Dei é uma famosa compositora que escreveu música para igreja.

2.Handel era meio alemão, meio italiano e meio inglês.
3.Beethoven escreveu música mesmo surdo. Ele ficou surdo porque fez música muito alta. Ele caminhava sozinho pela floresta e não escutava ninguém, nem a Pastoral, uma MOSSA (moça) que poderia ser a sua Amada IMORTAU e inspirou ele a criar uma sinfonia muito romântica. Ele faliu em 1827 e mais tarde morreu por causa disto.
4.Uma ópera é uma canção que dura mais de 2 horas.
5.Henry Purcell é um compositor muito conhecido, mas até hoje ninguém ouviu falar dele.
6.O Bolero de Ravel foi composto pelo Ravel.
7.A harpa é um piano pelado.
8.Opus Póstuma é música composta quando o compositor compôs depois de morto.
9.Mozart morreu jovem. Sua maior obra é a trilha do filme "Amadeus".
10.A importância de "Tristão e Isolda" reside no fato de que é uma música muito triste. Mais triste que a "Tristesse" de SCHOPING.
11.Virtuoso no piano é um músico com muita moral.
12.Os maiores compositores do Romantismo são: Chopin, Schubert e Tchaikovsky. No Brasil temos Roberto Carlos e Daniel.
13.Música cantada por duas pessoas é um DUELO.
14.Eu sei o que é um sexteto, mas não sei dizer.
15.Stravinsky revolucionou o ritmo com "A MASSACRAÇÃO da Primavera".
16.Carlos Gomes compôs a PRÓTESEFONIA do programa de rádio "A Hora do Brasil".
17."Carmen" é uma ópera e "CARMINHA Burana" é sua filha.
18.Muitos pesquisadores concordam que a Música Medieval foi escrita no passado.
19.A ópera mais Romântica é a Paixão de Mateus por Bach.
20.Tem dois tipos de Cantatas de Bach: as Cantatas religiosas e as CANTADAS DI PROFANAÇÃO, que ele usou no palácio.
21.Meu compositor preferido é Opus.
22.Chopin fez poucas baladas, pois sofria de tuberculose. Assim não dava para ele cair na gandaia à noite, dançar, beber e curtir as minas, MAIS parece que ele não era chegado.
23.Cage inventou os 4 minutos de silêncio.
24.Suíte é uma música de danceterias barrocas.
25.Há uma espécie de Corais feitas por Bach, que se chamam Florais e são usados como remédios milagrosos.
26."Messias" é uma missa de Handel cuja originalidade é ter muitos aleluias.
27.Joseph van Damme, além da arte lírica, é adepto das artes marciais. Não assisti nenhuma ópera dele, mas tenho DVD de 3 filmes dele.
28.Os menestréis e trovadores transmitiam notícias e estavam nas festas. Andavam de cidade em cidade, de castelo em castelo e iam até nos shows de TV.
29.O regente de uma orquestra é igual a um guarda de trânsito maluco porque agita os braços controlando muitos instrumentos na sua frente.
30."As 4 Estações" é o CD mais vendido da banda do Vivaldi, depois que fez sucesso num comercial de sabonete, que não me lembro o nome agora.
31.Os compositores Renascentistas reviveram a música, pois ela havia sido morta pela Inquisição.
32.As Fugas de Bach são famosas porque ele não queria ficar preso em nenhum sistema.
33.A música eletroacústica é a mais avançada das tendências da música eletrônica hoje em dia. Seus principais compositores são os DJs e a banda Craftwork.
34.O metrônomo foi inventado para os músicos não andarem depressa.
35.Barroco é uma palavra derivada de Bach.
36.Handel compôs muitas peças geniais para COURO.
37.Música atonal é aquela sem som ou que explora o não-som, mais ou menos quase um anti-som. Seus mais importantes criadores são da família Berg: Schoenberg, ALBANBERG e WEBERG.
38.Pierre Boulez e STOQUEHAUZEN são compositores contemporâneos. É raro ser contemporâneo, pois muitos contemporâneos não vivem até morrer.
39.A mais bela sinfonia é a ÓDIO À ALEGRIA de Beethoven.
40.Verdi, já diz o nome, tem sua cor preferida, mas compôs músicas de várias tonalidades.

Agradecimento a Fábio Nunes de Moura pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 14/05/2009).

domingo, 3 de maio de 2009

Ônibusfobia

Era uma sexta-feira 13. Nunca liguei para essa superstição, apesar de ser místico, pois essa data sempre me foi de sorte porque quando eu troquei de escola para fazer a sétima e oitava séries do ensino fundamental (porque meu antigo colégio só tinha até a sexta série), soube, em uma sexta-feira 13 que minha melhor amiga da antiga escola iria parar a mesma escola que eu, porque a escola que os pais dela iam colocá-la por ser mais perto da casa deles não tinha mais vagas. Desde esse dia as sextas-feiras 13 têm conotação de dia de sorte para mim. Mal sabia eu que aquela sexta-feira 13 seria mesmo diferente.

Fui trabalhar normalmente naquela sexta, com uma camisa na minha mochila, e vestido uma calça e um tênis novo, com tudo premeditado para sair as seis e quinze da tarde e ir direto para uma formatura de uma ex-colega de trabalho e amiga, que estava se formando em Pedagogia. Sai do trabalho dois minutos mais cedo, para tentar pegar um ônibus antes, ou pelo menos garantir o que eu sempre pego até o centro. Desci no centro e procurei por outro ônibus que me levasse até o local da cerimônia, do outro lado da cidade. Informei-me com várias pessoas até que vi por mim mesmo um ônibus que ia para onde eu queria. Superlotado, como era de se esperar, afinal era horário de pico. Consegui chegar a tempo e ainda encontrei uma outra ex-colega que também tinha ido para a formatura, sentei do lado dela, afinal ela também era uma de minhas melhores amigas do meu outro trabalho.

A formatura foi um sucesso, uma bela produção, o auditório era enorme, lindo mesmo. Minha amiga entrou com uma música muito legal e estava muito bonita, apesar de eu estar no terceiro andar do auditório. Tinha dois telões, a decoração estava formidável e todo o pessoal, tanto as formandas quanto a platéia muito animados. Os parentes e amigos das formandas, quando elas entravam para receber o diploma, gritavam parabenizações seguidas do nome das mesmas, e até mesmo declarações de amor, sem contar que tocavam apitos e cornetas, usavam adornos como tiaras com antenas de borboletas, por exemplo. O juramento e o discurso dos dois oradores foram muito bonitos, seguidos dos discursos dos dois paraninfos (um paraninfo e uma paraninfa).

Antes de acabar o discurso da paraninfa, já eram dez horas, sendo que a formatura havia começado às sete e meia da noite. Mas eu estava acostumado a ir a formaturas e sabia que iria demorar, inclusive por isso que eu não confirmei presença na festa, que seria após a cerimônia, porque eu não tenho carro, e tendo que voltar de trem, não poderia voltar após as onze e vinte da noite. Sendo assim, disse a minha colega que eu teria que ir indo, pois teria que pegar um ônibus até o trem e depois o trem até minha cidade e ainda uma lotação da estação de trem até em casa, e pedi a ela que entregasse meu presente para a formanda e que desse uma abração nela falando que eu achara tudo lindo. Essa minha colega até me convidou para ficar na casa dela, alegando que tinha uma cama sobrando, mas como enquanto conversávamos durante a formatura ela me disse que iria para a praia cedo, eu preferi não incomodar, e depois, eu já estava mesmo programado para voltar para casa e dormir no sábado até que meu corpo despertasse em alguma hora da tarde. Desse modo, peguei minha mochila, dei um beijo de tchau, um aceno, e pedindo licença às pessoas do meu lado, saí. Tinha muita gente no saguão ali do meu andar, e muita gente na rua também. Entendo que estava um dia calor, que esse tipo de cerimônia seja demorada e para algumas pessoas, enfadonha. O que não entendo é porque as pessoas vão, se sabem que não vão assistir até o final, acho que se você foi convidado, não tem porque não prestigiar todo o evento. Até porque muitas vezes o formando convidou você deixando de convidar tantos outros.

Saindo pelo estacionamento, me dirigi até a parada de ônibus, isso eram dez horas e cinco minutos, e se o ônibus demorasse mesmo o triplo do tempo normal que eles demoram a passar por ali, eu ainda estaria no horário. Esse local da cerimônia é um lugar enorme, um complexo, com centro de eventos e convenções, um estacionamento gigantesco. Mas é muito longe do centro, e, embora e felizmente tenha dois postos de gasolina ali perto, um do lado e um em frente, é um bairro que eu não gostaria de andar de noite, sobretudo de mochila como eu estava, então fiquei muito satisfeito em ver que tinham pessoas na parada de ônibus, ainda mais que atrás dela tinha um terreno baldio enorme, cercado por algum pouco arame farpado. Mas meu ônibus começou a demorar, as pessoas foram saindo, pegando ônibus para as cidades vizinhas, ônibus que eu nem sabia que passavam por ali e que me deixaram cientes da proximidade das cidades vizinhas e ao mesmo tempo da distância do centro. Tinha uma mulher com sua filha, que estavam ali há algum tempo quando eu cheguei, e eu imaginei que como não tinham pegado nenhum dos muitos ônibus que tinham passado até então, que iriam para o centro como eu. Quando elas pegaram o ônibus que passou em seguida, e ficaram apenas eu e um senhor na parada, perguntei a ele se ia para o centro, e ele respondeu que não, dizendo ao mesmo tempo que achava que o ônibus que eu queria não passava mais naquele horário. Aí eu comecei a ficar nervoso. Liguei do meu celular para casa, explicando a situação e perguntando o que eu poderia fazer já que estava sem dinheiro, apenas com a passagem do ônibus de volta. Meu padrasto disse para eu tentar pegar um outro ônibus com a passagem que eu tinha, apesar de eu achar que não aceitariam aquele tipo de vale-transporte por ser de outra viação. Desliguei, e quando voltei para a parada, perguntei para o senhor que ainda estava lá à espera, qual outro ônibus daqueles poderia me deixar no centro. Ele disse que nenhum daqueles ia satisfazer minha necessidade e me apontou uma rua, do outro lado do centro de eventos, onde eu deveria pegar um ônibus ao qual me indicou o nome. Agradeci e comecei a contornar o centro de eventos, que como eu disse era muito grande, e aquele trecho estava escuro, o que significa que eu estava andando bem rápido, o que já é o meu costume. Dobrei na rua indicada e felizmente a parada de ônibus ela logo ali, e em frente a um dos outros portões de saída do centro de eventos, mas, pela placa das ruas, pude concluir que estava em um bairro muito mais longe e muito mais perigoso do que eu gostaria. Não posso reclamar, afinal a parada tinha gente e um bar iluminado e aberto atrás.

Mas o horário, dez e quarenta, estava me deixando cada vez mais aflito, e torci para que qualquer ônibus passasse rápido. Não posso dizer que ele demorou, mas para a minha pressa, certamente não veio instantaneamente como eu queria. Mas foi o primeiro ônibus que passou por ali, e era o indicado pelo senhor da outra parada. Logo entrei, perguntei ao cobrador qual a primeira estação de trem por que ele passaria, e ele não em ouvindo, repeti a pergunta, ao que ele me informou que nesse horário, só na última estação. Entrei, sentei no fundo do ônibus, e torci para que ele andasse rápido. Quanto mais o ônibus andava, mais eu ficava nervoso, pois me parecia que ele entrava cada vez mais para dentro daquele bairro perigoso e as poucas pessoas que tinham no ônibus foram saindo, o que eu achava muito estranho. Quando saiu o último passageiro, me dirigi ao cobrador, que já estava fechando as janelas e perguntei a ele se o ônibus não estava indo para o centro, ele disse que não, que eu peguei indo para o bairro, e apontou que o que ia para o centro era o que estava parado ali no final da linha agora. Mas só agora que ele me diz isso! Internamente eu estava fervendo de raiva, mas calmamente, ou talvez até expressando um pouco de nervosismo, pedi que me devolvesse o vale-transporte que eu tinha dado para entrar no ônibus quando entrei, pois não tinha mais nada, e não teria como pagar o outro ônibus. Ele gentilmente foi comigo até o outro ônibus, acordou o motorista e pediu a ele que me desse carona para o centro, pois eu tinha pegado o ônibus errado. O motorista acatou sem discussões o pedido, só pediu que eu entrasse pela porta de trás, o que eu fiz, me sentando quase no fundo do ônibus, e grato até o último fio de cabelo, pois o ônibus saiu imediatamente em direção ao centro, me tirando de um final da linha muito sombrio, numa rua tão estreita e escura como eu nunca tinha visto ser um final de linha.

Agora já faltavam apenas cinco minutos para as onze horas, mais ou menos. E nesse dia, eu conheci acho que não só uma vila, mas duas ou três, pois o ônibus rodou muito e cada vez que eu achava que chegaria a um lugar que conheço, ele continuava a desfilar por entre as ruelas de uma parte da cidade que eu preferiria nunca ter conhecido. O que me deixava um pouco melhor era que começou a entrar gente, afinal o ônibus estava indo em direção ao centro. Chegando ao centro, desci rápido e ainda consegui ver o último trem saindo da estação e o guarda lavando a entrada da estação de mangueira em punho. Por onze minutos, mais ou menos. Desespero! Tentei achar um algum vendedor de vale-transporte para vender meus vales de trem para ter dinheiro para tentar pegar um ônibus até a minha cidade, o que claro, não encontrei.

Nova ligação para minha mãe. Avisando que não tinha alternativa a não ser que meu padrasto me buscasse. Falei com ele, que me sugeriu pegar um táxi até em casa, que ele deixaria dinheiro sobre a mesa para eu pagar o taxista. Não era o que eu esperava ouvir, nem acho que qualquer pessoa que passa por uma pressão emocional desse tipo sem ter culpa esperaria. Só queria que alguém me buscasse ali. Mas, bem ou mal era um jeito de resolver o problema.

Não menos calmo, fui à procura de um táxi no centro. Era perto, só tinha que atravessar duas ruas e dobrar, e logo em seguida tinha um ponto com vários táxis. Ao atravessar a primeira rua, quase correndo, afinal as onze e meia da noite, o centro não é nada cheio, fui puxado pela mochila por alguém surgido do nada, da escuridão daquela ruela. O puxão foi tão forte que arrebentou uma alça da minha mochila e quase me derrubou. De tão apavorado, não consegui gritar, tentei me desvencilhar, mas a pessoa, provavelmente um homem pela estatura e força, mal me deu tempo, me tapou a boca e me esmurrou contra a parede, me dando dois socos, um no estômago, um no rosto e uma coronhada com o revólver, que eu não vi, só senti o cano frio na hora da paulada. Caí, sem fôlego, se forças e só não desmaiei não sei por quê. Não satisfeito em me roubar a mochila e me deixar inerte e esfolado, pela pouca visão do meu olho machucado, o vi tirando uma faca do bolso. Tentei me mexer, consegui me arrastar apenas uns sessenta centímetros até levar a primeira facada. Apenas um gemido contínuo e fraco saiu de minha boca nas 22 facadas seguintes. Ainda o vi se afastando tranquilamente com minha mochila e tudo que eu tinha nos bolsos. Senti o meu sangue gelado, escorrendo por toda a calçada ao mesmo tempo em que ia perdendo a consciência.
CURIOSIDADE SOBRE O CONTO: Se chegaram até aqui, é porque gostaram, então saibam que tudo, tudinho - exceto o último parágrafo - (na verdade peguei um táxi e voltei para casa) é verdade. E notem que o nosso calendário mudou a foto (lado superior esquerdo do blog!) Esse mês quem posa é o Alexandre com a foto em homenagem ao dia do trabalhador!
Abraços a todos!



Agradecimento a Fábio Nunes de Moura pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 15/02/2009).

Desarranjo Sintético

Desarranjo Sintético
"Era um grande nome — ora que dúvida! Uma verdadeira glória. Um dia adoeceu, morreu, virou rua... E continuaram a pisar em cima dele." Mario Quintana