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Fábio e Verônica, Verônica e Fábio. Um escritor e uma musicista, pelo menos aspirantes a isso rsrs! Amantes das letras, dos sons e de tudo que é arte! Amigos acima de tudo! Fizemos esse cantinho para dividir nossas idéias e ideais aos olhos da Net!

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Livro do Desassossego - Fernando Pessoa

Uma semana atrás, mais ou menos, uma pessoa próxima a mim, me indicou este livro dizendo que havia lido apenas trechos dele e tinha se identificado. Achei-o na internet e baixei (calma vou comprar ele assim que terminar o livro), e ando com ele para cima e para baixo. Achei, lendo o livro, um trecho que agradece a pessoa que me indicou, agradece muito o bem que me fez em momento de total reflexão ao ler esta obra prima. Falta muito ainda para terminar, mas já valeu a pena desde a primeira página.

Bernardo Soares é um dos pseudônimos de Fernando Pessoa.

"...Não tomando nada a sério, nem considerando que nos fosse dada, por certa, outra realidade que não as nossas sensações, nelas nos abrigamos, e a elas exploramos como a grandes países desconhecidos. E, se nos empregados assiduamente, não só na contemplação estética mas também na expressão dos seus modos e resultados, é que a prosa ou o verso que escrevemos, destituídos de vontade de querer convencer o alheio entendimento ou mover a alheia vontade, é apenas como falar alto de quem lê, feito para dar plena objetividade ao prazer subjetivo da leitura. Sabemos bem que toda a obra tem que ser imperfeita, e que a menos segura das nossas contemplações estéticas será a daquilo que escrevemos. Mas imperfeito é tudo, nem há poente tão belo que o não pudesse ser mais, ou brisa leve que nos dê sono que não pudesse dar-nos um sono mais calmo ainda...”

 

Agradecimento a Verônica Elias. Nota expressa a sua opinião. Escrito em 18.06.2010.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Stephen King – O mestre do horror

E aí gentem?? Já ouviram falar no escritor do título?? Acham que não? Pois eu digo que quase com certeza já olharam um filme baseado nas obras dele. Isto é, se é que gostam de filmes de terror.

O Mr. King é um escritor americano que atualmente conta com mais ou menos 100 obras (traduzidas para mais de 40 países) em seu catálogo de horror, incluindo romances, contos e outros. Quase todas as obras dele foram adaptadas para o cinema, desde os clássicos “Carrie – A estranha”, “Cemitério Maldito”, “Christine – O Carro Assassino” e “O Iluminado” até a Superprodução “À espera de um milagre” e os atuais “The Mist – O nevoeiro” e “1408”.

Desde quando minha amiga Luana descobriu o autor nas bibliotecas da vida, me apaixonei pelos seus livros e já li uma porrada de coisas dele, incluindo livros de entrevistas, e livros sobre livros dele. E posso dizer que para mim ele é um ídolo, um daqueles autores de que eu gosto muito da obra a ponto de querer saber sobre a vida dele e com certeza gostaria muito de conhecê-lo.
Recomendo avidamente os livros dele para quem gosta do gênero, para quem não gosta pode ler os autobiográficos dele, ou alguns contos como, por exemplo, “Sombras da Noite”, e ele também têm livros só de ficção e fantasia que não abordam diretamente o horror, como, por exemplo, “Os Olhos do Dragão” que ele fez justamente para a filha dele que não gostava do gênero horror.

Para quem gosta de terror é um prato cheio porque ele já escreveu –maravilhosamente bem- sobre todos os tipos de criaturas que integram o gênero como vampiros, lobisomens, monstros em geral, zumbis, alienígenas e qualquer outro que você possa lembrar. E não ache que ele apenas escreve sobre monstrengos apodrecidos ou bichos-papões sem graça, ele tem livros em que objetos estão possuídos ou possuem alguém pelo mal que contém neles, como o Hotel Overlook em “O Iluminado” ou a “Casa Marsten” em “A hora do vampiro” (que aliás estou lendo agora e adorando). E se ainda assim não os convenci, posso garantir que ele tem histórias excelentes de terror psicológico, como em “Jogo Perigoso”, que trata quase que exclusivamente de nossos medos interiores, ele tem livros fáceis e difíceis de ler, grandes e pequenos, para todos os gostos.

E ainda está na ativa escrevendo e sua esposa é romancista, ele tem três filhos, dois rapazes e uma moça, e os dois meninos também escrevem, e ele já ganhou um prêmio nos Estados Unidos por ter ajudado a disseminar a literatura no país. Creio que até mesmo aqui no Brasil, dentro desse gênero ele é o mais popular, pois sempre que vou às livrarias, sebos ou feiras do livro acho diversos títulos dele.

E vocês? Gostam desse gênero? (tenho certeza que muita gente vai dizer que prefere romance, mas quem disse que ele não é romancista? E quem disse que esses romances comuns não têm espaço nos livros dele? A única diferença é um toque sobrenatural rsrsrs) Qual seu monstro favorito? Citem seus autores e/ou livros preferidos para compartilharem com o pessoal!

Agradecimento a Fábio Nunes pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 22/06/2010).

segunda-feira, 14 de junho de 2010

A histeria da copa

Gente, tudo bem que o Brasil é o país do futebol, que a copa é um momento de alegria e um instante de satisfação na vida dura de muitos de nós –brasileiros- mas eu acho que sempre acontece um exagero nesse sentido, afinal olhem só o que já está acontecendo por aqui, a copa sendo na África do Sul: todo mundo só fala em copa e copa e hã, já citei copa? As tabelas de jogos do Brasil já estão sendo comentadas há tanto tempo que acho que já decorei. Nos dias de jogos da nossa seleção o Brasil para definitivamente, não tem nada funcionando bem a não ser fora dos horários dos jogos.
Eu admito, não gosto de futebol. Mas olho os jogos de copa e olimpíadas numa boa, até torço com veemência! Quando meu irmão jogava na escolinha de futebol nos ‘fraldinhas’, pois ele só tinha uns 7 anos, eu ia nos jogos e sempre levava muitas guloseimas e com isso, o tempo até que não passava devagar e eu conseguia ver o jogo e me divertir. Meu irmão gosta de futebol tudo o que eu não gosto, assim temos um equilíbrio. Mas voltando ao assunto, tem gente que quer olhar todos os jogos, inclusive os das outras seleções, e isso já é demais para minha cabeça. Sempre penso que esses jogadores ganham fortunas enquanto eu, olhando ou não os jogos, amanhã terei de acordar cedo, e bem cedo.
E o que mais me incomoda, irrita de verdade é que a copa de 2014 aqui no Brasil já está tendo essa histeria coletiva agora. Tudo é feito “para a copa de 2014”. O presidente Lula vai dar aos policiais que farão a segurança da copa um aumento. Mas porque só agora? A segurança já não se faz necessária há tanto tempo? Outro bom exemplo é a continuação e criação de nova linha de trem aqui em Porto Alegre. Vai ser feito para a copa de 2014! Esse projeto é tão velho que virou até piada por aqui. Se não fosse a copa será que sairia do papel? E as reformas nos estádios então? Nunca seriam feitas? E outras tantas promessas. É ridículo e imundo isso.
As torcidas e em especial a brasileira já está desde agora com a expectativa da próxima copa, e montando toda uma infra-estrutura para isso. E me irrita condicionar isso, essas medidas todas, a ter ou não uma copa de futebol. E me desconcerta a união das pessoas somente para esse tipo de coisa, é como se o governo desse o circo e nós mesmos levássemos o pão, cegos e atados como bestas selvagens. Para atitudes de protesto em prol de nós mesmos, ninguém se mexe e finge que não vê, enfim, e depois ainda queremos que as coisas sejam justas, mas acho que a justiça passa por nós.

Agradecimento a Fábio Nunes de Moura pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 10/06/2010).

terça-feira, 1 de junho de 2010

Desarranjo Sintético

Desarranjo Sintético
"Era um grande nome — ora que dúvida! Uma verdadeira glória. Um dia adoeceu, morreu, virou rua... E continuaram a pisar em cima dele." Mario Quintana