
Quem sou eu

- Desarranjo Sintético
- Fábio e Verônica, Verônica e Fábio. Um escritor e uma musicista, pelo menos aspirantes a isso rsrs! Amantes das letras, dos sons e de tudo que é arte! Amigos acima de tudo! Fizemos esse cantinho para dividir nossas idéias e ideais aos olhos da Net!
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Janeiro – o Mês das férias!!!
Claro que me “dou” certos dias para ficar na frente da TV apenas comendo, ô atividadezinha mais boa esta. Gosto de tocar com a banda nas férias, pois é raro ter como janeiro o mês para o meu descanso e sim fevereiro, quando não tinha apenas dezembro com as tais férias coletivas (sou do tempo em que estagiário não tinha direito a nada). Aí então saio do serviço e vou ensaiar, papear, comer, tudo atividades light, porém como disse antes, arrumo outros compromissos light.
Adoro arrumar minhas várias caixas de sapato com documentos, bilhetes, ingressos de shows, fotos, CDs e por aí vai, tenho uma caixa para tudo. Gosto de esvaziar os roupeiros, assim mato as saudades de lembranças adormecidas, porém quando vou pegando uma sacola ou saco mesmo para colocar o que vai fora de papéis ou coisas que nem tem mais sentido, lembro sempre de uma música dos paralamas que diz: “Hoje joguei tanta coisa fora... cartas e fotografias, gente que foi embora. A casa fica bem melhor assim...”
Coisa meio nostálgica né?
Mas eu também passeio com amigos, jantamos, almoçamos, curtimos o verão... mas nunca em janeiro, acho que sou meio frustrada com este mês que tanto me diz, como o início de mais um novo capítulo de minha vida mas que produzo tão pouco de mim para ele.
Desculpa aí Janeiro, mas para mim
Não tem esta de primeiro.
Passo o mês todo trabalhando,
Perdi até um grande amor pro veraneio.
Que mês sorrateiro!
Mas ele me pediu desculpas
E me trouxe outro amor por inteiro.
Agradecimento a Verônica Elias pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 08/01/2010).
Desarranjo Sintético
"Era um grande nome — ora que dúvida! Uma verdadeira glória. Um dia adoeceu, morreu, virou rua... E continuaram a pisar em cima dele." Mario Quintana