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Fábio e Verônica, Verônica e Fábio. Um escritor e uma musicista, pelo menos aspirantes a isso rsrs! Amantes das letras, dos sons e de tudo que é arte! Amigos acima de tudo! Fizemos esse cantinho para dividir nossas idéias e ideais aos olhos da Net!

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Inícios e Fins...Um ciclo!

Quero continuar com algumas divagações sobre novelas, já que minha amiga Verônica estava falando nisso na postagem anterior. Primeiro eu quero falar uma coisa que eu lembrei que queria dizer aqui, mas sempre esqueci: que o nosso layout foi trocado por nada especial, apenas porque nós estávamos cheios e porque achamos legal “mudar a cara” dele - do blogue- de vez enquanto! Segundamente eu gostaria de dizer que ando postando pouco desde o final do ano porque ando com problemas técnicos no meu computador de casa e não tenho mais acesso no trabalho, portanto está muito difícil acessar, então quando meus amigos(as) não conseguem postar nada, nem eu, ficou um pouco offline, e então eu decidi que como já era dezembro, fazer de conta que eram “férias” virtuais, e mesmo agora com o problema continuando (esses computadores, têm vida própria, vocês blogueiros sabem né?) estou tentando fazer o melhor para não deixar o blogue desatualizado e espero voltar rapidinho a visitar todos os meus blogues queridos! Satisfações dadas, gostaria de agradecer o carinho daqueles que mesmo eu não conseguindo ir visitá-los, têm dado uma olhada e uma bela comentada no nosso blogue! Fico muito feliz, porque depois dessa folga, ainda mantive uma média de mais ou menos 3 a 4 visitantes por post! Pode ser pouco, mas o que importa é a qualidade e quero que vocês, isso mesmo!, VOCÊS que nos visitaram, saibam que são muito especiais e queridos aqui nesse blogue!
Voltando às novelas, eu não gosto de novelas, já olhei muito, há tempos atrás, olhava inclusive a das sete, além da das 8, que na verdade é das 9. Mas hoje se tiver outras coisas para fazer, eu dispenso. Acho que a TV é um instrumento de mídia muito utilizado na nossa cultura para entreter, e com isso às vezes acabamos olhando o que estiver passando, mesmo que seja menos por gostar do programa do que para se distrair. Para mim é como um exercício de não me deixar levar pelo impulso que de olhar TV, ou de selecionar e filtrar o que olho. Afinal basta não olhar ou trocar de canal, aqui no RS tem o canal 7, que é a TV cultura, que tem uns programas bem interessantes, culturalmente falando. Venho tentando reciclar e por na prática coisas que falo, afinal não pretendo ser hipócrita e hoje em dia, olhar o big brother é uma coisa que me orgulho de não fazer e não sentir qualquer falta!
E falando em finais de novela, não sei onde li isso, mas alguém disse que finais de novela unem todo mundo, porque todo mundo pára para ver. Até concordo, afinal de contas não se precisa olhar toda uma novela para entender a trama, basta um capítulo, e em particular essa última novela, a tal da “A Favorita” na minha opinião mudou bastante o final, não ficou aquela coisa de deixar tudo para o último capítulo e ter sempre casamentos, gravidez, acerto de contas, mortes, etc.. Os acertos foram se desenrolando durante as últimas semanas. Eu, como disse, não gosto de novelas, não acompanho, mas às vezes olho, como por exemplo, essa nova novela das 8, “Caminho das Índias” têm marcado minha hora de ir para a cama, pois bem como a minha amiga Verônica - do post anterior – também troquei de emprego, e nesse novo emprego não tenho mais acesso a quase nada de Internet, e também é um pouco mais longe, então acordo mais cedo! Então, meu ano começou muito bom, não posso reclamar de nada, não é! A novela acabou, o ano também e o novo ano começou com um novo emprego para mim! Mas as coisas são assim, cheias de inícios e fins, são ciclos que se iniciam e se fecham, acho que o importante é que fechemos um para poder começar outro livres! Eu nunca fiz isso de no ano-novo fazer “promessas”, até porque parece que essas promessas são sempre hipocrisias, são só uma medida paliativa momentânea para deixar a própria consciência tranqüila e enganar a si mesmo, e eu não sou disso, se fosse prometer algo assim, tentaria ao máximo cumprir. Daí vão me dizer, ah então já que tu não cumpre é por isso que tu não promete, né? Não tem nada a ver com isso, eu não prometo nada porque para mim isso de “promessas de ano-novo” nunca foi uma tradição, nem para mim, nem para minha família.
Só um adendo ao meu "pequeno" texto: As novelas, na realidade, são apenas a ilustração da vida real, até porque clichês chamam mais atenção, por isso as novelas são todas parecidas, porque a criatividade e a mudança não agradariam a maioria do público, é como uma designer que quer fazer um cartão de visita ou um convite diferente e não consegue porque o cliente não gostou da arte do cartão, o maldito cliente só vai gostar quando for uma arte óbvia, clichê, sem criatividade nenhuma do designer ou mudança inserida ali. Claro que isso não é regra, mas acontece muito por aí! Bom, acho que já divaguei demais sobre tantos assuntos misturados que vou parar por aqui antes que deixe vocês malucos...rsrs. Espero que todos tenham tido excelentes festas de fim de ano (se quiserem me contar como foram as suas festas será uma boa pedida!) e que tenham tido ou estejam tendo ótimas férias (que sempre são boas pedidas também, afinal a maioria de nós espera ansiosamente por férias!)!! Um grande abraço a todos!

Agradecimento a Fábio Nunes de Moura pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 07/02/2009).

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Começo de ano ... um final de novela!

Ah e assim começa o ano. É mesmo porque tudo estava de férias e ainda boa parte está mas tem muita gente trabalhando também. Para alguns só depois do carnaval a vida começa, claro porque até lá é só festa. Mas muitas empresas contratam nesta época e detalhe, demitem também e muito. Se liga aí no seu emprego ainda mais com a crise, ele pode não ser bom mas é pior sem ele. Consegui meu emprego novo assim. A minha vida poderia começar sempre depois do último capítulo de uma novela, onde tudo estaria resolvido.
Mocinha feliz e bandido preso. Ah, porque o Brasil não começa assim todos os anos, pelo menos o começo do ano. Gosto muito de olhar os últimos capítulos das novelas porque se precisar que chova pedra, querida, chove! A vida seria tão boa se tudo pudesse melhorar no último capitulo. As pessoas teriam certeza que no final, tudo daria certo. Hoje isto é um incognita. É todo este desafabo vem de um simples
motivo, no qual tenho que pronunciar porque fica com isto por várias horas do meu dia
na cabeça. Sabe qual são elas? Das 8:00 ao meio dia e das 13:30 até as 18:00, o meu horário de trabalho. Brincadeira é claro (ou não???!)


Agradecimento a Verônica Elias pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 23 e 24/01/2009).

sábado, 3 de janeiro de 2009

Um maravilhoso 2009 para você!



São os votos de todos os colaboradores
do blog Desarranjo Sintético.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Banda Izmália em Canoas

Show realizado em dezembro no Estúdio Rock Bar em Canoas e o pessoal do blog tava lá para conferir. Postado por Verônica Elias - 23.12.2008

domingo, 14 de dezembro de 2008

Apelidos

Olha, é realmente uma bela questão, essa. Existem os mais diversos tipos de apelidos, existem aqueles que caracterizam literalmente a pessoa como no caso de “alemão” para os muitos loiros, ou “preta” para as mulatinhas. Existem os apelidos inversos como “o gordo” para um magérrimo, e “branco” para um negro.
Bom, no meu caso, o acréscimo de INHO, foi quase instantâneo, ainda mais do alto dos meus 1,62, e virei FABINHO para muita gente. Já tive outros, mas o que ficou mesmo foi esse, que eu adoro, e quando eu achei que não teria mais nenhum, surge um da boca de uma amiga que me chama de BIO. Adorei, ainda mais porque eu já tinha lido “O Tempo e o Vento”, de Erico Veríssimo, onde tem um personagem chamado Toríbio que tinha por apelido Bio. Então eu adorei. Esses dois eu considero oficiais!
Tenho também uma história de apelido. Essa me foi contada por uma ex-colega de trabalho: Em um antigo trabalho, ela distribuía numa comunidade carente o “vale-leite”. Ela chamava pelo nome da criança, e então a mãe da mesma ia lá no guichê e pegava o vale. Ela me contou que começou a chamar por “Katherine”, e chamava e chamava e nada da tal Katherine ou a mãe da criança aparecerem. Então ela fez uma tentativa pelo nome na mãe, chamou por “Maria”. Não é que a mulher estava sentada bem em frente? Daí claro que ela perguntou porque ela não tinha se pronunciado antes, afinal ela ficou quase um minuto chamando pela filha dela Katherine e ela nada. Ao que a mulher respondeu:
- É que nunca chamamos ela pelo nome, sempre pelo apelido!
- E qual é o apelido dela?
-Vanessa!
Ahahahhahahaha. E pior que é uma história verídica. Que mania que as pessoas têm de por nomes estrangeiros, para mostrarem que são chiques e depois acontece isso!! Aliás, eu sou a favor de nomes curtos, de um nome só, nunca dois, a não ser que combinem muito (porque eu já ouvi nomes que não combinam nada como Natália Roberta ou Manoel Eduardo, argh!), afinal ninguém vai chamar pelos dois nomes, ou chamam por um, ou por outro, ou por apelido e daí nenhum dos dois tem serventia. Ou fica aquela coisa de na escola chamarem pelo primeiro e em casa pelo segundo. Sem necessidade.
E ainda tem a situação dos apelidos carinhosos, entre o casal, que nunca deveriam ser divulgados, afinal é uma coisa pessoal e íntima, e muitas vezes ridícula, então seria bom se as pessoas em vez de espalharem aos 4 ventos, deixarem isso entre 4 paredes. Existem os clássicos: amor, paixão, bem, mor. Depois vem a segunda categoria: bebê, nega e nego, fofo e fofa, e partes do nome como “G” para Gabriel e “Tetê” par Ester por exemplo e etc.. E também tem pai e mãe, mas esses eu desconsidero, acho que isso é fim de relacionamento. Risos. Bom, isso me lembra uma história, e essa, eu mesmo assisti, com esses olhos que a terra não há de comer, afinal eu devo doar órgãos! Estava eu numa confraternização de final de ano na empresa do meu pai, e inventaram de fazer um jogo de perguntas e respostas daqueles clássicos em que os maridos saem e as mulheres respondem coisas da vida a dois. E uma dessas perguntas era: Qual o apelido carinhoso que vocês se chamam? Daí teve os clássicos: amor, paixão e tal...Daí a última mulher me responde que chama o marido de: “meu bichinho ‘quinininho’ ”. Aahhahahahahhahahahahahahahhahahhahahhahahaahhahahaa. E a vergonha do cara para dizer isso depois para a empresa inteira? Cruzes!
Bom, agora é a vez de vocês: Você tem um apelido? Qual? E se você não estiver solteira/o, qual o apelido que você chama a parceira/o e é chamada/o?
Quero só ver!

Agradecimento a Fábio Nunes de Moura pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 02 e 14/12/2008).

sábado, 6 de dezembro de 2008

BANDA IZMÁLIA





Há alguém mais importante: Izmália

Faz uns três shows atrás, sim três shows atrás que vi esta bela mulher acompanhada de admiráveis rapazes. O que aconteceu? Amor é claro, um sentimento de ficar ali, parada, olhando tais atitudes e o velho rock de qualidade. Já falei sobre a banda aqui mesmo no blog e me rasquei de elogio para eles. Para não me tornar repetitiva vou falar o trabalho da banda mais precisamente. A banda faz show hoje no Estúdio Rock Bar em Canoas e dia 24 deste mês novamente na sua casa que é o Opinião. Pelo o disco lançado “Quase não dói” a banda teve quatro indicações de melhor interprete, melhor instrumentista (para o guitarrista Marcelo Playker que concorreu com Christiano Todt (Cartolas) e Marcio Petracco (Locomotores) na categoria pop), melhor álbum concorrendo com “O Som do Fim ou Tanto Faz” – Fruet e os Cozinheiros e “Original de Fábrica” – Cartolas e melhor composição. Izmália ganhou de melhor interprete na categoria pop que concorreu com Júlio Reny Marcelo Fruet. Para quem não conhece o trabalho deles vai aí o link do site http://www.izmalia.com.br/ vale a pena dar uma olhada, pois ele é sempre bem atualizado. Lá tem várias fotos, umas delas são as mostradas aqui, têm músicas da banda para baixar gratuitamente, o blog e claro, vídeos que devem ser urgentemente olhados para quem ainda não teve este prazer (acertei na palavra) de ver a banda em palco. Saiu outra reportagem sobre a Izmália no Estilo próprio e lá tem várias informações de seu início e sobre sua personalidade. Além de algumas fotos e sua sinceridade conquistadora. Aí vai o link http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&pg=1&coldir=1&tp=15&template=3948.dwt&blog=334
E a formação da banda é Izmália Ibias (vocal, guitarra e violão), Sandro Castellano (baixo e backing vocals), Marcelo Playker (guitarra e bakingo vocals) e Ed Castellano (bateria). Nos repertórios da banda nos shows do Opinião tem próprias e interpretações de bandas como Beatles, Led Zeppelin, Muse, Raul Seixas, The Doors, Foo Fighters, AC/DC e RadioHead, U2, entre outros.
Já me encontrei até demais nas músicas da banda e aí vai uma delas que é uma biografia minha não autorizada hahahahaha…. Brincadeira!!!


Alguém Mais Importante
Izmália - Composição: Letra e Música: Izmália Ibias

Se cansou de pedir um som
(Ali não era mais)
Se lançou feito um gato preto
(Fugindo pelo cais)
Olhou a pista e percebeu
(Olhares para mim)
E mexeu, mexeu, mexeu


Mas há alguém mais importante,
Há alguém mais importante,
Há alguém mais importante,
Há alguém...
Você me viu mas não sorriu
(Não olhou pra trás)
E se perdeu na alucinação
(Eu tinha razão)
Mas foi só fechar os olhos e as luzes coloridas
As imagens distorcidas


Há alguem mais importante,
Há alguem mais importante,
Há alguem mais importante,
Mas há alguém...


As luzes brilham, está tudo claro agora
Iluminado como nunca antes
As luzes brilham, você já me deu um fora
Abandonado como nunca antes...
As luzes brilham, está tudo claro agora
Iluminado como nunca antes
As luzes brilham, você já me deu um fora
Abandonado como nunca antes...


Há alguem mais importante,
Há alguem mais importante,
Há alguem mais importante,
Há alguém...







Agradecimento a Verônica T. Elias pela sua contribuição.Nota expressa sua opinião. (Escrito em 06/12/2008).


domingo, 30 de novembro de 2008

Divagações sobre brigadeiros e outras...

Essa semana eu tive que escolher algo para levar para a festinha de encerramento do meu cursinho, e, no fim, com o calor que está fazendo aqui, optei por fazer brigadeiros (que aqui no RS nós chamamos de “negrinho”) que não estragam tão fácil, e então eu comprei e fiz um daqueles que já vêm prontos, e é só enrolar, colocar no granulado e além de não ter que se preocupar com ingredientes e preparação, rende a quantidade certa para se levar numa dessas festas em que “cada um leva uma coisa”, sem contar que todo mundo gosta!
Bom, não sei se todo mundo enrola os brigadeiros assim, mas eu “engorduro” um pouco as mãos com margarina, para facilitar enrolar, mas não pode ser muito senão também não enrola (sem contar que ficar aparecendo uma “pelotinha” de margarina no docinho é nojento, e como eu já vi disso pr aí!), e aí está um exemplo para ver a importância da técnica, não só em coisas corriqueiras como essas, como em todas as outras. Chega um ponto em que já grudou tanta “massa” na tua mão que fica difícil de enrolar, e não adianta passar mais margarina porque logo gruda de novo! E você? Conte a sua experiência, eu paro por aqui, antes que me digam que eu fiz uma desgraça culinária...ahahhah, ou me chamem de gordo com o segudno post seguido sobre comida...
Aqui no meu estado vizinho, ou seja, Santa Catarina, choveu e alagou horrores, uma verdadeira tragédia. Mais de 30 cidades, se não me engano, em estado de calamidade pública, muita coisa em baixo d’água e mais de 90 mortes. Uma tristeza. Parece que há muitos anos não ocorria uma enchente tão braba como dessa vez. A minha mãe tem uma amiga que mora em Blumenau, e ela ligou para ver se estava tudo bem, ao que a amiga respondeu que o que mostram na TV não é nada a mais nem a menos do que a realidade, que a empresa dela está debaixo d’água e que tem muita gente sem água e sem luz e que ela esta suprindo suas necessidades porque tem um poço artesiano. Aqui no meu estado estão fazendo muitas campanhas para doar roupas e suprimentos, bem como dinheiro para SC, e daqui para lá estão indo aviões e helicópteros levar mantimentos. Sei que a Gol também está engajada com uma campanha para doação. Vi agora mesmo na TV que a rede Record está em campanha ferrenha para mandar fundos para lá, estão divulgando uma conta para quem quiser depositar e eles próprios vão doar. Quase todas universidades federais estão aceitando doações. Deixo aqui um apelo para quem tiver uma roupa sobrando (quase sempre se tira alguma coisa que não se quer mais ou que não se usa), um trocado a mais, um quilinho de alimento que seja, se puder doar, doe! Esse é realmente um caso de emergência, e eu já fiz minha contribuição, tinha aqui em casa um baita saco de roupas usadas que sempre damos para nossos parentes da colônia, e aproveitamos para doar aqui mesmo na minha cidade, porque a Casa de Cultura daqui fez uma campanha para arrecadar alguma coisa também. Se tiver alguém aí de SC, e quiser deixar um depoimento, será bem recebido. Bom, acho que era isso!


Agradecimento a Fábio Nunes de Moura pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 30/11/2008).

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Bon Appétit

Há uns tempos, uns colegas de trabalho me convidaram para ir a um restaurante chinês. Gostei da idéia, afinal nunca tinha ido à restaurante nem chinês, nem de qualquer outra nacionalidade. Não foi uma ida ao restaurante, foi um épico de paladares e descobertas para mim, eheheh.
Descobri que se eu fosse para a China, morreria de fome. Tinha lá um tipo de miojo parecido com yakisoba, com um monte de verdura, pedaços de frango em molho com pedaços de pimentão que pareciam mais pimentões de Itu de tão grandes (éca!), tinha um pão recheado muito bom, arroz à grega (não gosto, detesto passas argh!), e mais algumas coisinhas, fora um buffet japonês de sushi (que eu tive a infelicidade de pegar um por um para experimentar, e, claro!, me arrependi, porque todos são super parecidos, um rolinho de arroz preso por alga com um pedacinho de carne de peixe (cru) no meio que é adocicado e que teríamos que comer no mínimo uns 15 para pensarmos em ficar satisfeitos), bom o buffet de sobremesas estava ótimo (pareciam sobremesas normais!) e o “biscoitinho da sorte” tem um gosto maravilhoso (o melhor do cardápio e acho que até vem de graça) e ainda veio recheado com dois bilhetinhos com números da sorte ao invés de um, eheheh.
Descobri também que ao contrário de nós, que “salgamos” a comida, tanto os japoneses quanto os chineses parecem gostar de comida ou insossa ou adocicada. Eu adoro fazer misturadas com comida, e misturar comida salgada com doces como comida com banana, pastel de carne com mel, alface com açúcar, mas isso é uma coisa e fazer a comida com um gosto doce (provavelmente sem sal) que nem eles não é coisa para paladares ocidentais, ou pelo menos não para o meu.
Descobri ainda que coisas que dizem ser sofisticadas como scargot (que nojo) e caviar pelo jeito não serão para o meu paladar, e nunca vou entender como lesma e ovas de peixe podem ser chiques. Bom, eu acho que sempre vou ter uns gostos de pobre, e me orgulho disso, porque gosto de arroz com lingüiça, massa com molho, batata frita com bife! Nham, água na boca!
P.S.: Feliz Dia da Consciência Negra a todos que tem essa Consciência independente de serem negros ou brancos. E Feliz Dia do Técnico em Contabilidade a quem o é!
Agradecimento a Fábio Nunes de Moura pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 21/11/2008).

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Feira do Livro

Bom, ler é um dos meus vícios, talvez o único, afinal eu não fumo e não bebo (só socialmente, eheh) e o resto são manias. Mas como viajo meia hora de trem, aproveito esse tempo para ler, assim meu tempo passa mais rápido, e eu aprendo e me distraio. Aqui em Porto Alegre ocorreu do dia 31/10 a 16/11 a 54ª edição da Feira do Livro de Porto Alegre. Eu sempre vou prestigiar o evento, e sempre tenho que comprar pelo menos um livro e pegar um marcador de página para minha coleção! Os livros em si não são lá muito baratos, mas na feira sempre custam um pouco menos que em nas livrarias. E têm os saldos, livros usados por 5, 10, 15 reais. Eu mesmo comprei “A bruxa de Portobello” do Paulo Coelho por 10 reais, e tava novíssimo! Sem contar que teve 167 bancas para a gente desfrutar, tem área infantil e internacional, o Estado homenageado esse ano foi Pernambuco e o patrono foi Charles Kiefer. Sem contar as sessões de autógrafos, esse ano fui a uma dos comunicadores da rádio Pop Rock, eles têm um programa de humor chamado “Cafezinho” (que passa inclusive, pela Internet, no site da Pop Rock das 13 às 14 e das 18 às 19, de segunda a sexta), e eles lançaram um livro de piadas. Conhecer os comunicadores pessoalmente foi realmente emocionante, escuto muito esse programa e sai de lá trêmulo, como se tivesse falado com meus ídolos (a princípio não tenho ídolos, mas gosto de alguns escritores, e é sempre legal e emocionante esse tipo de encontro, especialmente quando eles/as te tratam tão bem como eu fui tratado, com a maior atenção). Bom, para saber mais entre no site da Feira do Livro. Ah, e para o pessoal saber, meu aniversário foi agora no dia 12/11.

Agora um pouco de história:

A Feira do Livro de Porto Alegre é uma das mais antigas do País. Sua primeira edição ocorreu em 1955 e seu idealizador foi o jornalista Say Marques, diretor-secretário do Diário de Notícias. Inspirado por uma feira que visitara na Cinelândia no Rio de Janeiro, Marques convenceu livreiros e editores da cidade a participarem do evento.
O objetivo era popularizar o livro, movimentando o mercado e oferecendo descontos atrativos. Na época, as livrarias eram consideradas elitistas. Por esse motivo, o lema dos fundadores da primeira Feira do Livro foi: Se o povo não vem à livraria, vamos levar a livraria ao povo.
A Praça da Alfândega era um local muito movimentado na Porto Alegre dos anos 50 e de 400 mil habitantes. E, no dia 16 de novembro de 1955, era inaugurada a 1ª Feira do Livro, com 14 barracas de madeira instaladas em torno do monumento ao General Osório.
Na segunda edição do evento, iniciaram as sessões de autógrafos. Na terceira, passaram a ser vendidas coleções pelo sistema de crediário. Nos anos 70, a Feira assumiu o status de evento popular, com o início da programação cultural. A partir de 1980, foi admitida a venda de livros usados. E, na década de 90, conquistou grandes patrocinadores, estimulados pelas leis nacional e estadual de incentivo à cultura.
A infra-estrutura foi ampliada e modernizada, os eventos culturais se consolidaram e a Feira passou a receber grandes nomes do mercado editorial brasileiro e internacional. A Feira do Livro de Porto Alegre adotou a tradição de eleger um patrono na 11ª edição, escolhendo o jornalista, político e escritor Alcides Maya. Os patronos eram eleitos entre escritores e livreiros significativos para o mercado editorial gaúcho e já falecidos. Entre os anos de 1965 e 1983, foram homenageados 13 escritores gaúchos, um jornalista, três livreiros e dois escritores estrangeiros.

Agradecimento a Fábio Nunes de Moura pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 17/11/2008).

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Monogamia, de Adam Phillips

Sou católica e você judeu. Acredito em uma forma de conduzir a minha vida através do que acredito e você de outra forma, correspondente a sua crença. Temos idéias e ideais diferentes. Pensamos sobre a vida de formas diferentes. Meu futuro não será o mesmo que o seu, pois queremos coisas diferentes. Quem eu amo você não ama, então me entende agora?
Complicado ou não, depende muito do que você crê. Mas já percebeu que compartilhamos o mesmo perfil de sociedade. Este regime não nos representa ele nos pune por nossas escolhas diferentes. Ah, não posso ser como você porque simplesmente
NÃO SOU VOCÊ. Monogamia.
No livro de Adam Phillips discute a questão da monogamia, mostra que ponto de vista você pode agregar ao seu cérebro para através dos olhos poder ver outras coisas que o cercam. Não existe sistema ou regime errado, muito menos o certo. Existe sim a busca pelo seu encontro da sua sociedade, lógico que não é esta, a atual. E sim a que irá lhe a colher, a que você se sentirá bem, a que você construir com o que você crê.
Monogamia é uma opção de vida e não um modelo de vida. Eis aí umas partes do livro que me senti na obrigação de dividir com vocês, se puderem leiam o livro.

Pág.23 – “A questão não é saber no que acreditamos, a questão é que acreditamos. A questão não é saber a quem somos fiéis, a questão é que somos fiéis. A fidelidade não deveria ser sempre encarada como uma questão pessoal.”

Será que negar suas vontades está certo? Você só pensa em uma pessoa o tempo todo? Isto não é amor, mas acontece. Isto é vontade, a que nos caracteriza como animais, mas a racionalidade nos difere deles. Então, se você tivesse sido criado sem a idéia de uma único amor (o que é muito relativo), de que você deve se casar e que tem que durar para sempre (você deve acreditar que deve ser para sempre, mas se não for terá outras oportunidades de tentar), estaria errado? A sua religião é a certa e a minha errada? Suas perspectiva de mundo é a correta e a minha não serve? Por que torcer para um time de futebol que não gosta? Insisto,
Monogamia é uma opção de vida e não um modelo de vida para ser seguido por todos.

Agradecimento a Verônica T. Elias pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 12/11/2008).


quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Obama

Esse é o nome do cara. As pesquisas estavam corretas e os americanos ganharam como presidente Barack Obama. Vi muita gente aqui feliz por isso. Muita gente que estava torcendo por ele. Creio que essas pessoas pensem como eu, que não estava propriamente “torcendo” por ele, primeiro porque não sou muito simpatizante dos estadunidenses, depois porque o Obama estava sempre na frente mesmo. Mas essas pessoas que estavam torcendo, bem como eu, sabem que o que acontecesse lá teria reflexos aqui, bem ou mal. Ainda mais com a atual crise. Outra coisa, talvez a mais importante, é que Obama é Democrata. Isso contou muito para sua vitória. Afinal todos sabem que o Bush é Republicano. Ponto a favor dos Democratas. Afinal a popularidade do Bush nunca foi grandes coisas, sempre esteve em baixa com o negócio do Iraque e essa crise com certeza fez com que piorasse.
Obama é o primeiro presidente negro da história dos Estados Unidos. Isso sim eu considero um fato importante, ainda mais em um país com a história de racismo que os Estados Unidos têm. Obama é mais do que isso, é um símbolo, um símbolo de jovialidade e esperança. Um símbolo de mudança. Eu espero que não aconteça o que aconteceu aqui no Brasil, do pessoal apostar as fichas no presidente Lula, de ele ser o símbolo da pobreza, do povo, da melhoria, da mudança, da esquerda que vai levantar esse país e no fim das contas a oposição virou governo e tudo está praticamente igual (com os créditos para as devidas melhoras e pioras). Mas a transformação esperada e merecida que todos queriam não ocorreu.
Espero que a palavra “esperança” por lá seja interpretada no sentido de “ansiedade que algo aconteça” e não apenas no sentido de “esperar, esperar e continuar esperando”. Se for, será bom para todos nós.

Agradecimento a Fábio Nunes de Moura pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 06/11/2008).

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Show - Banda AMITIS / Sapucaia do Sul

Livro de Moacyr Scliar - Por Verônica Elias

Estou lendo um livro chamado "Dicionário do viajante insólito" de Moacyr Scliar e não posso deixar de dizer que obtive até então movimento faciais nos músculos da boca em determinadas horas. Nunca fui sua fã nem devota a tal literatura, mas não sei por que achei atraente o livro e trouxe para casa. Não agüentei. Li ele, uma boa parte dele, dentro do ônibus e assim estamos: Ele me mostra suas estórias e eu me revelo por suas mil facetas. O livro porta vários contos, ou melhor, de A até Z, seguindo o nome de cada crônica e ou conto com sua respectiva letra por ordem alfabética.
Nele ainda tem citações relacionadas com os assuntos abordados, entre eles:

“Viajar expande a nossa capacidade de simpatia, redimindo-nos da reclusão e da modorra dos limites da nossa personalidade.” (José Enrique Rodó)

“Não é porque o asno viaja que ele volta um corcel.” (Thomas Fuller)

“Há dois tipos de viajem: ou a gente viaja de primeira classe, ou viaja com as crianças.” (Robert Benchley)

“É mais fácil arranjar uma companhia de viajem do que se ver livre dela.” (Peg Bracken)

“Todos os caminhos levam a Roma, mas cada dia o engarrafamento é pior.” (Millôr Fernandes)


Agradecimento a Verônica Elias pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 31/10/2008).

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Bancos de Esperma

Eu gosto muito do canal “Record News”, é uma espécie de canal de notícias 24 horas, aqui pega no canal 18 UHF, meio chuviscada a imagem, mas nada que não dê para ver. Esses dias estavam passando uma matéria a respeito de bancos de esperma e no final eu fiquei sem saber ao certo que opinião eu tinha sobre isso.
A reportagem era sobre mulheres que tinham engravidado através desses bancos de esperma. Algumas tinham maridos, mas não podiam ter filhos e o marido concordara que a mulher engravidasse dessa forma (eu achei super corajoso e compreensivo da parte do homem, afinal a mulher dele ia pôr esperma de outro homem para ter um filho seu – que na verdade, tecnicamente, seria filho desse outro homem, então em vez de adotar, ele aceitou que a mulher fizesse assim para poder, como ela provavelmente queria, estar grávida), outras se utilizaram desse jeito por serem lésbicas, e creio que certamente deve ter as que usaram esse artifício por quererem fazer uma “produção independente” (dessas eu tenho um pouco de pena, afinal a criança poderia ter um pai, e o mais provável é que a mulher queira fazer assim apenas por ter sofrido muito no amor, e desacreditado, e ninguém deveria desacreditar no amor, afinal é o poder mais forte que existe).
O interessante é que uma dessas mulheres inventou um saite com banco de dados, com o fim de localizar os pais que quisessem se identificar. Afinal acredito que muitos filhos querem pelo menos saber quem é o pai, mesmo que isso não responsabilize o homem por nada (a lei assegura isso aos doadores.). Nesse sistema do saite consta qual banco a mulher buscou sua amostra de esperma, qual a identificação do doador (os homens são identificados apenas por letras e números) e deixam espaço para que os homens, caso queiram, escrevam alguma mensagem, conversem e até troquem contatos. Apareceram casos de duas mulheres, uma com 5 e outra com 2 filhos, do mesmo pai, que se encontraram através desse sistema.. Eu não entendo bem o porquê disso, afinal a intenção da mulher que engravida dessa forma é não saber o pai. Creio que a curiosidade fala mais alto. E o direito dos filhos, claro.
O que me ficou um pouco menos esclarecido nisso tudo é o papel do homem que doa. Não sei se concordo com isso. Até porque tudo gira ao redor do vil metal. Sim, o caso é apenas dinheiro. Eles doam porque pagam por isso. OK, muitos me dirão que já que tanto
esperma é desperdiçado e que o corpo é de cada um que façam o que quiserem, mas para mim não é só isso. Afinal existe tanta comida sendo desperdiçada e nem por isso doam (o que é uma pena). Fico pensando que o que importa é a intenção. Uma coisa é doar para de repente ajudar alguém, outra coisa é doar mais de 200 amostras (como no caso da reportagem), o que para mim só pode ser pelo dinheiro, e ainda achar natural, achar mesmo depois de ver os “filhos” que sente uma sensação “como se aquelas crianças não tivessem nada a ver com ele” e saber que pode ter mais de 200 filhos pelo mundo afora.
Claro que eu respeito a decisão de cada um e cada um faz o que quer, mas para mim é, no mínimo estranho. Se pensasse em doar algum dia, teria que ter uma conversa ferrenha com minha consciência, e é bem provável que ela ganhasse.

Agradecimento a Fábio Nunes de Moura pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 29/10/2008).

Desarranjo Sintético

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"Era um grande nome — ora que dúvida! Uma verdadeira glória. Um dia adoeceu, morreu, virou rua... E continuaram a pisar em cima dele." Mario Quintana