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Fábio e Verônica, Verônica e Fábio. Um escritor e uma musicista, pelo menos aspirantes a isso rsrs! Amantes das letras, dos sons e de tudo que é arte! Amigos acima de tudo! Fizemos esse cantinho para dividir nossas idéias e ideais aos olhos da Net!
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sexta-feira, 22 de agosto de 2008

As musiquinhas de telefone

Se existe uma coisa irritante são aquelas “musiquinhas” que as pessoas utilizam quando vão “passar a ligação”. O normal (que é o que irrita) é que seja sempre aquela mesma cantiga “tanãnãnãnãnãnãnãnã...nãnãnãnã....nãnãnãnã...” que repete infinitamente e que casualmente me recorda a música do carrossel do parque da Expointer (uma feira de destaque nacional – com participações internacionais- que tem competições entre animais e a venda dos mesmos, artesanatos, parque de diversões, venda de máquinas como tratores e colheitadeiras, que ocorre na município de Esteio – RS). O problema é que de tanto ouvir essa tal música nessas “transferências de ligação”, eu fiquei com mais recordações ruins do que boas. Sem contar que se for algum órgão público, muitas vezes em vez de música eles colocam “frases de impacto”, ou algo relacionado com o órgão, frases, histórico, ou o que quer que seja. Aborrecente!
Eventualmente, ouço algum outro tipo de música nessas ocasiões, o que acho extremamente bom! Agora me digam, porque não inventar um aparelho de “transferência de ligações” em que se possam escolher entre vários tipos de música! Que tal aguardar na linha escutando Beethoven, Bach ou Mozart?? Na linha menos clássica, porque não Marisa Monte, Ana Carolina ou Adriana Calcanhoto! Enquanto você espera para falar (normalmente reclamar) com um funcionário porque não se acalmar escutando Caetano, ou numa animada sexta-feira (e dependendo do perfil -e animação- do dono do telefone) um pouco de Ivete Sangalo?
Não sei, mas acho que faria o maior sucesso nas “paradas” dos telefones!

Agradecimento a Fábio Nunes de Moura pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 22/08/2008).

Desarranjo Sintético

Desarranjo Sintético
"Era um grande nome — ora que dúvida! Uma verdadeira glória. Um dia adoeceu, morreu, virou rua... E continuaram a pisar em cima dele." Mario Quintana