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Fábio e Verônica, Verônica e Fábio. Um escritor e uma musicista, pelo menos aspirantes a isso rsrs! Amantes das letras, dos sons e de tudo que é arte! Amigos acima de tudo! Fizemos esse cantinho para dividir nossas idéias e ideais aos olhos da Net!
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quinta-feira, 6 de maio de 2010

Bom atendimento: Eu exijo!

Gosto muito de ir ao cinema, mas fui nesta terça em um cinema em shopping, e enquanto esperava na fila, ouvi um comentário que constatei e concordo plenamente: - Agora sei por que as pessoas compram DVD pirata!

Gente! Tinha uma fila enorme! E funciona que nem trânsito, tem horários de pico, pois meia hora antes tinha uma filinha de nada! Pagamos um preço que barato não é, tinha uma fila enorme e uma das razões para isso era que tinha apenas uma pessoa atendendo, e bem nessa hora de pico. Em um shopping tudo já é caro, e isso se espalhou para o cinema, já viram o preço de um bombom que seja? Um real e cinqüenta centavos! Por um bombom! Um assalto em pleno shopping! E assim, saímos do conforto do nosso lar, para ir pagar uma fortuna e ter que esperar meia hora em uma fila! Por puro descaso dos prestadores de serviços. Por isso não me admira que a pirataria aumente.

Além de ser caro, quem compra não é bem atendido. E bom atendimento é fundamental e me arriscaria a dizer que é o que pesa mais. Hoje em dia ser bem atendido e lojas e em geral é raro. Uma vez agradeci a uma moça de uma farmácia a atenção, porque adoro –como todo mundo- que uma pessoa me atenda bem, até porque ela está sendo paga para isso, a desprezo de poder estar sendo mal paga, ou não gostar do que faz, isso já é outra categoria, mas até então, está sendo paga para atender bem, afinal o cliente é a alma do negócio. Não é o fim ter de agradecer por ser bem atendido?
Mas voltando ao shopping, vocês perceberam que os ‘fast foods’ estão tornando-se ‘slow foods’?? Demora-se um tempão para ser atendido em meio ao tumulto e pegar seu lanche que era para vir rápido. Tudo bem que o shopping é um centro de consumo, mas repito que se tem que consumir com qualidade, o que indigna é que os donos dos negócios não primam por isso, é só lucro, lucro, e hã, eu já disse lucro?

Voltando ao cinema, tive outro problema: com a pipoca, aliás, com a palhaçada da pipoca. Por uma extravagância não habitual, eu e minha amiga resolvemos comprar uma pipoca mega, que é aquela que podemos comer e depois recarregar. Mas perguntamos se dava colocar em dois pacotes – um para cada um – para não precisarmos voltar no meio do filme para recarregar. A resposta foi uma das mais ridículas possíveis: - NÃO, pois precisamos utilizar o MESMO saco. Não é o fim? Claro que se ganhasse dois pacotes, deixaríamos ali o refil para não poder recarregar de novo, afinal uma pessoa pura e honesta como eu não iria fraudar o cinema recarregando duas vezes, mas eu não entendo, em absoluto, porque cargas d’água tem que ser no mesmo pacote. Entra aqui novamente o descaso com o cliente, pois ao invés de facilitar para voltarmos mais e mais vezes eles só complicam com bobagens.

Com bobagens sim, porque mesmo que tenha algum fundamento, do qual não enxergo, só a porcaria do meu ingresso compra dezenas de sacos de pipoca, um a mais para quem comprasse essa pipoca mega recarregável não seria tanta despesa para uma rede de cinemas que nem o Cinemark. E qual seria a moral? Quem compraria um pacote enorme e recarregável que deixa duas pessoas entupidas de pipoca- é verdade, não me ofereçam mais pipoca durante essa semana- para ter que sair na metade do filme para recarregar?? E caso deixem para comer a recarga depois, qual a graça senão comer a pipoca durante o filme? Ainda tem cinemas que deixam tu recarregar –levando o pacote- em outro dia qualquer, o que não era o caso do que eu fui, porque além de ter que recarregar no mesmo pacote, tem que ser no mesmo dia também.
Bom fica aí meu lamento. Abraços a todos.

P.S.: O filme que olhei era: “Uma noite fora de série” o qual gostei muito, não é muito grande, um filme super happy hour, com ação e engraçado, eu diria que é uma comédia quase romântica.



Agradecimento a Fábio Nunes de Moura pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 06/05/2010).

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

As musiquinhas de telefone

Se existe uma coisa irritante são aquelas “musiquinhas” que as pessoas utilizam quando vão “passar a ligação”. O normal (que é o que irrita) é que seja sempre aquela mesma cantiga “tanãnãnãnãnãnãnãnã...nãnãnãnã....nãnãnãnã...” que repete infinitamente e que casualmente me recorda a música do carrossel do parque da Expointer (uma feira de destaque nacional – com participações internacionais- que tem competições entre animais e a venda dos mesmos, artesanatos, parque de diversões, venda de máquinas como tratores e colheitadeiras, que ocorre na município de Esteio – RS). O problema é que de tanto ouvir essa tal música nessas “transferências de ligação”, eu fiquei com mais recordações ruins do que boas. Sem contar que se for algum órgão público, muitas vezes em vez de música eles colocam “frases de impacto”, ou algo relacionado com o órgão, frases, histórico, ou o que quer que seja. Aborrecente!
Eventualmente, ouço algum outro tipo de música nessas ocasiões, o que acho extremamente bom! Agora me digam, porque não inventar um aparelho de “transferência de ligações” em que se possam escolher entre vários tipos de música! Que tal aguardar na linha escutando Beethoven, Bach ou Mozart?? Na linha menos clássica, porque não Marisa Monte, Ana Carolina ou Adriana Calcanhoto! Enquanto você espera para falar (normalmente reclamar) com um funcionário porque não se acalmar escutando Caetano, ou numa animada sexta-feira (e dependendo do perfil -e animação- do dono do telefone) um pouco de Ivete Sangalo?
Não sei, mas acho que faria o maior sucesso nas “paradas” dos telefones!

Agradecimento a Fábio Nunes de Moura pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 22/08/2008).

Desarranjo Sintético

Desarranjo Sintético
"Era um grande nome — ora que dúvida! Uma verdadeira glória. Um dia adoeceu, morreu, virou rua... E continuaram a pisar em cima dele." Mario Quintana