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Fábio e Verônica, Verônica e Fábio. Um escritor e uma musicista, pelo menos aspirantes a isso rsrs! Amantes das letras, dos sons e de tudo que é arte! Amigos acima de tudo! Fizemos esse cantinho para dividir nossas idéias e ideais aos olhos da Net!

sábado, 4 de abril de 2009

Memória de minhas putas tristes

Hoje é a minha vez de meter o pau (sem deboche, ok!) no livro das putas. Como nós 4 do blog lemos o tal livro, cada um vai por a sua crítica a respeito aqui (duvido que tenha algum elogio, rsrs). Não li o que a Vê escreveu, porque não queria que influenciasse a minha opinião, apesar de termos conversado a respeito já, e eu já sabia que ela não tinha gostado, como eu. Mas para o post, minha opinião está intacta!

Depois de minha amiga alugar e me emprestar o livro “Crônica de uma morte anunciada”, de Gabriel García Márques, me deu vontade de ler mais alguma coisa do mesmo autor. Depois eu li um de contos “Os funerais da mamãe grande”, que não gostei muito. Minha amiga aproveitou a onda para pegar o “Memórias de minhas putas tristes”, que eu logo quis ler, porque desde que quando lançaram e eu o vi na livraria achei que seria bem interessante, apesar de nunca ter ouvido uma crítica boa do livro de um amigo.

Depois de ler eu descobri porque quem leu não gostou! Eu não só não gostei como não recomendo. Quando eu li sua resenha pela primeira vez achei que seria muito legal, porque falava de um senhor que na oportunidade de seu aniversário de 90 anos se daria de presente uma noite louca de amor com uma virgem. Gostei do assunto e fiquei pensando como seria abordado. Será que a história seria parte da autobiografia do autor? Será que o personagem tinha algum fetiche? Alguma fantasia que levaria a cabo aos noventa anos porque afinal de contas ninguém tinha mais nada a ver com seu resto de vida? E se fosse assim como ele faria?? Afinal a lei da gravidade é ativa para todos, ou não??? Depois pensei que seria como um monólogo, um senhor, relembrando todas as “putas” por onde já andou. Mas porque as putas é que eram “tristes”? Não seria ele quem deveria estar triste com as recordações que não voltam?

E nem com essa imaginação tão fértil eu obtive sucesso. O livro não falava de nada disso ou qualquer outra coisa parecida. Era diferente, e isso seria bom se não fosse tão ridículo. Quem não leu o livro e pretende ler (meus pêsames!), não leia daqui para frente porque falarei sobre a história. O velho era um tipo de jornalista e era, ou se considerava tão feio que andava em tudo que é “puteiro”. E conta a história de quando ele fez noventa anos e resolveu, como já disse, se dar uma “louca?” noite de amor com uma virgem. E tinha que ser virgem. E como ele cliente de uma “casa de tolerância” onde a cafetina era sua amiga, ele pediu que ela providenciasse tudo. O livro explicitou que foi “muito”, “muitíssimo” difícil achar uma ninfeta virgem hoje em dia (o que é verdade, rsrsrs). Mas ela pegou uma pobre coitada, que realmente era pobre e coitada, e fez com que ela esperasse ele no quarto. Quando ele chegou lá ela estava dormindo e ele ficou enternecido com a nudez linda da moça (que na verdade tinha apenas 14 anos), e apenas se deitou ao lado dela sem acordá-la e ficou ali, sentindo o respirar dela, etc. etc. E inventou, sim eu disse inventou, que o nome dela deveria ser “Delgadina” (coitada!), apenas porque ele gostava de nomes grandes! Depois voltou para casa, isso sem ela ter sequer acordado. Daí decidiu que queria de novo e isso se repetiu por mais uma ou duas vezes. Ele ia, ela estava dormindo e nada, nada, eu disse nadinha de nada, acho que sequer um toque! Isso que ele planejara uma “louca noite de amor”, ou seja, a resenha é no mínimo enganosa. E não venham me acusar de querer que o livro seja erótico. Não é nada disso, apenas acho que a história não foi sequer interessante! Nada aconteceu, em qualquer aspecto, e depois desses encontros ele ficou meio apaixonado e começou a escrever umas cartas de amor para a coluna que ele tinha no jornal, a escrever umas coisas modernas, ao que todos se surpreenderam porque ele sempre fora conservador. E também nessa parte a polícia bate lá na “casa da luz vermelha”, e a cafetina foge e o velho fica desesperado porque não tem mais como ver a tal Delgadina (dá para acreditar que ele queria ver ela “dormir” de novo?) e quando a cafetina volta, dá a entender que “vendeu” a virgindade da moça para se livrar da polícia, das contas, ou para não fecharem de vez seu estabelecimento (algo assim). Mas não fala claramente e o leitor que imagine o que quiser. O que te dá ainda mais raiva, porque depois de ela ficar virgem o romance todo (para mim a vagabundinha dormia de propósito, ou o pior, fingia que dormia, pois tem uma parte que ele escreve um recado para ela no espelho do banheiro com batom, e no outro dia aparece outra coisa escrita, mas ninguém sabe quem foi e consta que a guria “dormiu” o tempo todo, coisa que também o leitor que entenda como quiser) a cafetina vai e dá a entender que está pouco se lixando para a paixão do velho ou tampouco para a pobre coitada. E simplesmente acaba.

Não, não gostei. Se fosse algo parecido com o que imaginei seria melhor a meu ver. Mas pelos comentários à crônica da Verônica, vi que fica meio a meio. Tem gente que gostou. Ok, cada um na sua, rsrsrs. Vamos ver se leio algum outro dele para tirar a má impressão. Talvez “Cem anos de solidão”.

Quanto ao nosso calendário, resolvemos ter um surto de criatividade e fizemos isso. Espero que gostem tanto do resultado quanto eu gostei de fazer. Foi muito divertido. Como a Vê já falou, vamos postando no canto superior esquerdo do blog, conforme os meses vão passando. Em abril ficou a páscoa, ao qual desejo uma ótima para todos os leitores. E o dia do beijo. Que dispensa comentários. Imaginem beijos e chocolates! Realmente não tem nem o que falar! É bom demais!

Abraços a todos!


Agradecimento a Fábio Nunes de Moura pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 04/04/2009).

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Calendário 2009

Nós, do blog Desarranjo Sintético, estamos desenvolvendo um calendário com duas datas especiais, uma data bem popular e a outra nem tanto, para cada mês. Postaremos sempre a esquerda da parte superior do blog conforme os meses forem passando o nosso calendário.
















Neste do mês de Abril, a Verônica fará as duas versões do calendário 2009 com as datas: 12.04.2009 - Páscoa e 13.04.2009 - Dia do Beijo. Serão escolhidos aleatórios quais serão postados entre os dois. Nos próximos meses terá outros participantes do blog com fotos suas postadas no calendário.

Acompanhe as fotos dos nossos calendário. São bem criativos e claro, sempre, bem engraçados.
Abraços!!! Fotos tiradas em 29.03.2009.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Memórias de minhas putas tristes - Gabriel García Márquez

Este livro possui um grande nome: O nome do autor do livro. Sem ele, o tal nome, não teria feito tanto sucesso. Estou certa de que a leitura incentiva, influência e pode até transformar uma pessoa para novas escolhas, novos caminhos, novos pontos de vista e novas maneiras de agir. Porém recebemos bastante e-mail com atos de violência praticados inclusive em nossas crianças. Alguns chamam de pedofilia.

Quando leio um livro posso escolher a realidade ilusória na qual vou embarcar por uma ou duas semanas, depende do tamanho do livro. Mas quando nem a capa e nem o resumo do livro dizem especificamente sobre o que se trata (no meu caso eu não quis acreditar no que estava lendo e resolvi ler toda a obra para ter certeza) a obra, ficamos no tal suspense.

Fui lá e li o livro.

Confesso novamente que não faltaram avisos, inclusive do Alexandre e do Fábio meus parceiros do Blog, para não ler esta literatura tão refinada de palavras que destilam o amor de um velho por uma menina. Sabe quando custa para acreditar? Pois é, foi o meu caso.

Até aí não é novidade, mas deseja - lá do jeito que veio ao mundo só por causa da situação de miséria na qual a menina vive, é desumano.

O ser humano em vez de ajudar os outros ele explora os mais fracos. Pratica que ocorre desde o início de nossa civilização, mas aceita - lá nos dias de hoje é concordar e assinar em baixo que nossa civilização não evoluiu.

Insisto isto acontece freqüentemente em vilarejos de uma miséria inimaginável, porém visível em todos os lugares, mas ler que uma menina de 14 anos tem que perder a virgindade para um velho de 90 anos satisfazer um desejo, se dar de presente de 90 anos... quem sabe morrer depois de uma noitada se lambuzando de pureza, pecado, perversão, satisfação pessoal, PEDOFILIA...

Lógico que teve um motivo muito forte para a menina fazer isto, ajudar financeiramente a família.

E o amor do pedófilo, nome na qual não é referido em nenhuma estância ao nosso “mocinho”, é a coisa mais linda do mundo, segundo a descrição do livro. Depois disto vai ainda ler o livro? Eu avisei.

Resolvemos que todos do blog iram postar algo sobre este livro para não ficar somente a minha impressão desta leitura. Aguarde e comentem.


Agradecimento a Verônica Elias pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 10/02/2009).

domingo, 15 de março de 2009

sábado, 7 de março de 2009

Orgulho de Esteio

Estava na Feevale, em pleno sábado de manhã no campus um, quando terminou a minha aula de Libras e fui até o bar local para comer algo, pois teria ainda pela tarde uma atividade no coral, então teria que fazer hora e porque não lá mesmo né?!!
Foi quando encontrei grupo de pessoas bem humoradas num sábado, depois da aula, parecia até miragem (brincadeira rsrsrs...), e a TV que estava na minha frente, lugar que eu escolhi a dedo, passava o Garota Verão 2009.
Na hora pensei o mesmo que uma guria entrando no bar aos gritos falou: - Bah! Garota Verão! Faz uns cinco anos que não vejo isto.
Precisava passar o tempo que outro jeito havia. Melhor era ficar ali mesmo tendo em vista que já tinha ido à biblioteca e me perdido lá dentro (que vergonha dizer isto, mas me encontrei logo em seguida), fora que tinha que forrar o estômago.
Foi quando na RBS anunciaram as vencedoras, perdi a apresentação delas e os desfiles, enfim tudo que não fez falta.
E aí ouvi o nome da guria que havia ganhado como 2ª princesa e pensei: Bah que droga deve ser ganhar 2ª princesa estando ali depois de ter chegado tão longe, podendo ter ganhado o título de Garota Verão 2009, porém poderia ter ido tão longe e não obter ganho nenhum, aí seria bem pior.
Aí quando falaram que a Garota Verão 2009 seria anunciada, todo o pessoal do bar começou a pedir silêncio e levantaram o volume. E comecem as apostas:
- Vai ser aquela baixinha lá.
- Não é muito feia.
- Sempre ganha uma loira, é ela sim.
- A câmera sempre foca quem vai ser antes.
- Não vai ser a outra lá da ponta.
- Não é a terceira daqui para cá.
Foi quando para o silêncio geral da galera e um sorriso involuntário em meu rosto, corando minha fase, anunciou o nome da Garota Verão 2009 junto com sua cidade natal chamada ESTEIO.
Aí meu orgulho se “desinflou” quando ouvi perguntarem:
- De onde?
-Hã? Esteio?
Mas depois voltei a sorrir de novo.
O nome da Garota Verão?
Não importa, é de Esteio!

Parabéns Juliana Muller, acompanhem mais no site
http://www.clicrbs.com.br/garotaverao/jsp/default.jsp

Agradecimento a Verônica Elias pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 07/03/2009).

domingo, 1 de março de 2009

Afinal, quem são os cúmplices?

Temos amigos, família, animais de estimação, namorados (as), maridos, esposas, rolos e por aí vai, mas quando se trata de cúmplices, quais de vocês têm um? Eu descobri semana passada que havia um em minha vida. Sempre relutei, afinal de contas não acho que é muito bem visto, mas sabia que ele iria me encontrar, assim como já me encontrou outras vezes. Desta vez não fugi, nem deixei ela fugir.
Tudo aconteceu no meu trabalho, sou novata, aí começam os problemas. Agente não sabe como chega no pessoal, se dá aquela batidinha nas costas e pergunta: Tá boa filha? Isto ficaria um pouco fora do contexto. Ou então perguntar da família ou aonde vai para almoçar. Como é feito o pagamento e quando você vai receber (foi a primeira pergunta que quis fazer, mas tive que me conter e perguntei primeiro o nome das pessoas).
As pessoas daqui, ou melhor, meus colegas de trabalho são legais e aí começa a fofoca. Você ouve uma coisa de cicrano que falou mal do fulano e que destratou beltrano. Caí num ninho de cobras, mas qual lugar não é assim? As pessoas se toleram e se respeitam na medida do possível é claro.
Sabia que tinha que pousar de boa moça-que-fica-depois-da-hora-ajudando-os-outros-a-fazer-serviços-deles. As pessoas precisavam me amar (desculpa me lembrei do Baby da Família Dinossauro). Foi aí que precisava do sábado de carnaval que a minha empresa tanto fez que vai trabalhar nele, mas eu não queria. Alguns funcionários não iriam vir, pois é tudo feito por escala e puta-que-me-pariu eu tava escalada. Mas foi aí que meu cúmplice apareceu.
Bela e bondosa moça. Ajudou-me com suas artimanhas a me livre deste castigo (ainda mais que tinha reservas numa pousa de Torres) e tanto fez que conseguiu. Ela pode. Faço o que ela manda, ajudo-a no que precisar no trabalho. Cúmplice é assim, ela não me cobra de fazer nada nos fim de semana ou porque que não a convidei para ir a tal lugar. Lógico que amo os meus amigos, mas já pensou em ter cúmplices?
Eles te ajudam na hora que mais precisa assim como um dia vão precisar de você também. Vale a pena pensar no assunto.
Os.: Torres estava demais.


Agradecimento a Verônica Elias pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 18 e 27/02/2009).

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Inícios e Fins...Um ciclo!

Quero continuar com algumas divagações sobre novelas, já que minha amiga Verônica estava falando nisso na postagem anterior. Primeiro eu quero falar uma coisa que eu lembrei que queria dizer aqui, mas sempre esqueci: que o nosso layout foi trocado por nada especial, apenas porque nós estávamos cheios e porque achamos legal “mudar a cara” dele - do blogue- de vez enquanto! Segundamente eu gostaria de dizer que ando postando pouco desde o final do ano porque ando com problemas técnicos no meu computador de casa e não tenho mais acesso no trabalho, portanto está muito difícil acessar, então quando meus amigos(as) não conseguem postar nada, nem eu, ficou um pouco offline, e então eu decidi que como já era dezembro, fazer de conta que eram “férias” virtuais, e mesmo agora com o problema continuando (esses computadores, têm vida própria, vocês blogueiros sabem né?) estou tentando fazer o melhor para não deixar o blogue desatualizado e espero voltar rapidinho a visitar todos os meus blogues queridos! Satisfações dadas, gostaria de agradecer o carinho daqueles que mesmo eu não conseguindo ir visitá-los, têm dado uma olhada e uma bela comentada no nosso blogue! Fico muito feliz, porque depois dessa folga, ainda mantive uma média de mais ou menos 3 a 4 visitantes por post! Pode ser pouco, mas o que importa é a qualidade e quero que vocês, isso mesmo!, VOCÊS que nos visitaram, saibam que são muito especiais e queridos aqui nesse blogue!
Voltando às novelas, eu não gosto de novelas, já olhei muito, há tempos atrás, olhava inclusive a das sete, além da das 8, que na verdade é das 9. Mas hoje se tiver outras coisas para fazer, eu dispenso. Acho que a TV é um instrumento de mídia muito utilizado na nossa cultura para entreter, e com isso às vezes acabamos olhando o que estiver passando, mesmo que seja menos por gostar do programa do que para se distrair. Para mim é como um exercício de não me deixar levar pelo impulso que de olhar TV, ou de selecionar e filtrar o que olho. Afinal basta não olhar ou trocar de canal, aqui no RS tem o canal 7, que é a TV cultura, que tem uns programas bem interessantes, culturalmente falando. Venho tentando reciclar e por na prática coisas que falo, afinal não pretendo ser hipócrita e hoje em dia, olhar o big brother é uma coisa que me orgulho de não fazer e não sentir qualquer falta!
E falando em finais de novela, não sei onde li isso, mas alguém disse que finais de novela unem todo mundo, porque todo mundo pára para ver. Até concordo, afinal de contas não se precisa olhar toda uma novela para entender a trama, basta um capítulo, e em particular essa última novela, a tal da “A Favorita” na minha opinião mudou bastante o final, não ficou aquela coisa de deixar tudo para o último capítulo e ter sempre casamentos, gravidez, acerto de contas, mortes, etc.. Os acertos foram se desenrolando durante as últimas semanas. Eu, como disse, não gosto de novelas, não acompanho, mas às vezes olho, como por exemplo, essa nova novela das 8, “Caminho das Índias” têm marcado minha hora de ir para a cama, pois bem como a minha amiga Verônica - do post anterior – também troquei de emprego, e nesse novo emprego não tenho mais acesso a quase nada de Internet, e também é um pouco mais longe, então acordo mais cedo! Então, meu ano começou muito bom, não posso reclamar de nada, não é! A novela acabou, o ano também e o novo ano começou com um novo emprego para mim! Mas as coisas são assim, cheias de inícios e fins, são ciclos que se iniciam e se fecham, acho que o importante é que fechemos um para poder começar outro livres! Eu nunca fiz isso de no ano-novo fazer “promessas”, até porque parece que essas promessas são sempre hipocrisias, são só uma medida paliativa momentânea para deixar a própria consciência tranqüila e enganar a si mesmo, e eu não sou disso, se fosse prometer algo assim, tentaria ao máximo cumprir. Daí vão me dizer, ah então já que tu não cumpre é por isso que tu não promete, né? Não tem nada a ver com isso, eu não prometo nada porque para mim isso de “promessas de ano-novo” nunca foi uma tradição, nem para mim, nem para minha família.
Só um adendo ao meu "pequeno" texto: As novelas, na realidade, são apenas a ilustração da vida real, até porque clichês chamam mais atenção, por isso as novelas são todas parecidas, porque a criatividade e a mudança não agradariam a maioria do público, é como uma designer que quer fazer um cartão de visita ou um convite diferente e não consegue porque o cliente não gostou da arte do cartão, o maldito cliente só vai gostar quando for uma arte óbvia, clichê, sem criatividade nenhuma do designer ou mudança inserida ali. Claro que isso não é regra, mas acontece muito por aí! Bom, acho que já divaguei demais sobre tantos assuntos misturados que vou parar por aqui antes que deixe vocês malucos...rsrs. Espero que todos tenham tido excelentes festas de fim de ano (se quiserem me contar como foram as suas festas será uma boa pedida!) e que tenham tido ou estejam tendo ótimas férias (que sempre são boas pedidas também, afinal a maioria de nós espera ansiosamente por férias!)!! Um grande abraço a todos!

Agradecimento a Fábio Nunes de Moura pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 07/02/2009).

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Começo de ano ... um final de novela!

Ah e assim começa o ano. É mesmo porque tudo estava de férias e ainda boa parte está mas tem muita gente trabalhando também. Para alguns só depois do carnaval a vida começa, claro porque até lá é só festa. Mas muitas empresas contratam nesta época e detalhe, demitem também e muito. Se liga aí no seu emprego ainda mais com a crise, ele pode não ser bom mas é pior sem ele. Consegui meu emprego novo assim. A minha vida poderia começar sempre depois do último capítulo de uma novela, onde tudo estaria resolvido.
Mocinha feliz e bandido preso. Ah, porque o Brasil não começa assim todos os anos, pelo menos o começo do ano. Gosto muito de olhar os últimos capítulos das novelas porque se precisar que chova pedra, querida, chove! A vida seria tão boa se tudo pudesse melhorar no último capitulo. As pessoas teriam certeza que no final, tudo daria certo. Hoje isto é um incognita. É todo este desafabo vem de um simples
motivo, no qual tenho que pronunciar porque fica com isto por várias horas do meu dia
na cabeça. Sabe qual são elas? Das 8:00 ao meio dia e das 13:30 até as 18:00, o meu horário de trabalho. Brincadeira é claro (ou não???!)


Agradecimento a Verônica Elias pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 23 e 24/01/2009).

sábado, 3 de janeiro de 2009

Um maravilhoso 2009 para você!



São os votos de todos os colaboradores
do blog Desarranjo Sintético.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Banda Izmália em Canoas

Show realizado em dezembro no Estúdio Rock Bar em Canoas e o pessoal do blog tava lá para conferir. Postado por Verônica Elias - 23.12.2008

domingo, 14 de dezembro de 2008

Apelidos

Olha, é realmente uma bela questão, essa. Existem os mais diversos tipos de apelidos, existem aqueles que caracterizam literalmente a pessoa como no caso de “alemão” para os muitos loiros, ou “preta” para as mulatinhas. Existem os apelidos inversos como “o gordo” para um magérrimo, e “branco” para um negro.
Bom, no meu caso, o acréscimo de INHO, foi quase instantâneo, ainda mais do alto dos meus 1,62, e virei FABINHO para muita gente. Já tive outros, mas o que ficou mesmo foi esse, que eu adoro, e quando eu achei que não teria mais nenhum, surge um da boca de uma amiga que me chama de BIO. Adorei, ainda mais porque eu já tinha lido “O Tempo e o Vento”, de Erico Veríssimo, onde tem um personagem chamado Toríbio que tinha por apelido Bio. Então eu adorei. Esses dois eu considero oficiais!
Tenho também uma história de apelido. Essa me foi contada por uma ex-colega de trabalho: Em um antigo trabalho, ela distribuía numa comunidade carente o “vale-leite”. Ela chamava pelo nome da criança, e então a mãe da mesma ia lá no guichê e pegava o vale. Ela me contou que começou a chamar por “Katherine”, e chamava e chamava e nada da tal Katherine ou a mãe da criança aparecerem. Então ela fez uma tentativa pelo nome na mãe, chamou por “Maria”. Não é que a mulher estava sentada bem em frente? Daí claro que ela perguntou porque ela não tinha se pronunciado antes, afinal ela ficou quase um minuto chamando pela filha dela Katherine e ela nada. Ao que a mulher respondeu:
- É que nunca chamamos ela pelo nome, sempre pelo apelido!
- E qual é o apelido dela?
-Vanessa!
Ahahahhahahaha. E pior que é uma história verídica. Que mania que as pessoas têm de por nomes estrangeiros, para mostrarem que são chiques e depois acontece isso!! Aliás, eu sou a favor de nomes curtos, de um nome só, nunca dois, a não ser que combinem muito (porque eu já ouvi nomes que não combinam nada como Natália Roberta ou Manoel Eduardo, argh!), afinal ninguém vai chamar pelos dois nomes, ou chamam por um, ou por outro, ou por apelido e daí nenhum dos dois tem serventia. Ou fica aquela coisa de na escola chamarem pelo primeiro e em casa pelo segundo. Sem necessidade.
E ainda tem a situação dos apelidos carinhosos, entre o casal, que nunca deveriam ser divulgados, afinal é uma coisa pessoal e íntima, e muitas vezes ridícula, então seria bom se as pessoas em vez de espalharem aos 4 ventos, deixarem isso entre 4 paredes. Existem os clássicos: amor, paixão, bem, mor. Depois vem a segunda categoria: bebê, nega e nego, fofo e fofa, e partes do nome como “G” para Gabriel e “Tetê” par Ester por exemplo e etc.. E também tem pai e mãe, mas esses eu desconsidero, acho que isso é fim de relacionamento. Risos. Bom, isso me lembra uma história, e essa, eu mesmo assisti, com esses olhos que a terra não há de comer, afinal eu devo doar órgãos! Estava eu numa confraternização de final de ano na empresa do meu pai, e inventaram de fazer um jogo de perguntas e respostas daqueles clássicos em que os maridos saem e as mulheres respondem coisas da vida a dois. E uma dessas perguntas era: Qual o apelido carinhoso que vocês se chamam? Daí teve os clássicos: amor, paixão e tal...Daí a última mulher me responde que chama o marido de: “meu bichinho ‘quinininho’ ”. Aahhahahahahhahahahahahahahhahahhahahhahahaahhahahaa. E a vergonha do cara para dizer isso depois para a empresa inteira? Cruzes!
Bom, agora é a vez de vocês: Você tem um apelido? Qual? E se você não estiver solteira/o, qual o apelido que você chama a parceira/o e é chamada/o?
Quero só ver!

Agradecimento a Fábio Nunes de Moura pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 02 e 14/12/2008).

sábado, 6 de dezembro de 2008

BANDA IZMÁLIA





Há alguém mais importante: Izmália

Faz uns três shows atrás, sim três shows atrás que vi esta bela mulher acompanhada de admiráveis rapazes. O que aconteceu? Amor é claro, um sentimento de ficar ali, parada, olhando tais atitudes e o velho rock de qualidade. Já falei sobre a banda aqui mesmo no blog e me rasquei de elogio para eles. Para não me tornar repetitiva vou falar o trabalho da banda mais precisamente. A banda faz show hoje no Estúdio Rock Bar em Canoas e dia 24 deste mês novamente na sua casa que é o Opinião. Pelo o disco lançado “Quase não dói” a banda teve quatro indicações de melhor interprete, melhor instrumentista (para o guitarrista Marcelo Playker que concorreu com Christiano Todt (Cartolas) e Marcio Petracco (Locomotores) na categoria pop), melhor álbum concorrendo com “O Som do Fim ou Tanto Faz” – Fruet e os Cozinheiros e “Original de Fábrica” – Cartolas e melhor composição. Izmália ganhou de melhor interprete na categoria pop que concorreu com Júlio Reny Marcelo Fruet. Para quem não conhece o trabalho deles vai aí o link do site http://www.izmalia.com.br/ vale a pena dar uma olhada, pois ele é sempre bem atualizado. Lá tem várias fotos, umas delas são as mostradas aqui, têm músicas da banda para baixar gratuitamente, o blog e claro, vídeos que devem ser urgentemente olhados para quem ainda não teve este prazer (acertei na palavra) de ver a banda em palco. Saiu outra reportagem sobre a Izmália no Estilo próprio e lá tem várias informações de seu início e sobre sua personalidade. Além de algumas fotos e sua sinceridade conquistadora. Aí vai o link http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&pg=1&coldir=1&tp=15&template=3948.dwt&blog=334
E a formação da banda é Izmália Ibias (vocal, guitarra e violão), Sandro Castellano (baixo e backing vocals), Marcelo Playker (guitarra e bakingo vocals) e Ed Castellano (bateria). Nos repertórios da banda nos shows do Opinião tem próprias e interpretações de bandas como Beatles, Led Zeppelin, Muse, Raul Seixas, The Doors, Foo Fighters, AC/DC e RadioHead, U2, entre outros.
Já me encontrei até demais nas músicas da banda e aí vai uma delas que é uma biografia minha não autorizada hahahahaha…. Brincadeira!!!


Alguém Mais Importante
Izmália - Composição: Letra e Música: Izmália Ibias

Se cansou de pedir um som
(Ali não era mais)
Se lançou feito um gato preto
(Fugindo pelo cais)
Olhou a pista e percebeu
(Olhares para mim)
E mexeu, mexeu, mexeu


Mas há alguém mais importante,
Há alguém mais importante,
Há alguém mais importante,
Há alguém...
Você me viu mas não sorriu
(Não olhou pra trás)
E se perdeu na alucinação
(Eu tinha razão)
Mas foi só fechar os olhos e as luzes coloridas
As imagens distorcidas


Há alguem mais importante,
Há alguem mais importante,
Há alguem mais importante,
Mas há alguém...


As luzes brilham, está tudo claro agora
Iluminado como nunca antes
As luzes brilham, você já me deu um fora
Abandonado como nunca antes...
As luzes brilham, está tudo claro agora
Iluminado como nunca antes
As luzes brilham, você já me deu um fora
Abandonado como nunca antes...


Há alguem mais importante,
Há alguem mais importante,
Há alguem mais importante,
Há alguém...







Agradecimento a Verônica T. Elias pela sua contribuição.Nota expressa sua opinião. (Escrito em 06/12/2008).


domingo, 30 de novembro de 2008

Divagações sobre brigadeiros e outras...

Essa semana eu tive que escolher algo para levar para a festinha de encerramento do meu cursinho, e, no fim, com o calor que está fazendo aqui, optei por fazer brigadeiros (que aqui no RS nós chamamos de “negrinho”) que não estragam tão fácil, e então eu comprei e fiz um daqueles que já vêm prontos, e é só enrolar, colocar no granulado e além de não ter que se preocupar com ingredientes e preparação, rende a quantidade certa para se levar numa dessas festas em que “cada um leva uma coisa”, sem contar que todo mundo gosta!
Bom, não sei se todo mundo enrola os brigadeiros assim, mas eu “engorduro” um pouco as mãos com margarina, para facilitar enrolar, mas não pode ser muito senão também não enrola (sem contar que ficar aparecendo uma “pelotinha” de margarina no docinho é nojento, e como eu já vi disso pr aí!), e aí está um exemplo para ver a importância da técnica, não só em coisas corriqueiras como essas, como em todas as outras. Chega um ponto em que já grudou tanta “massa” na tua mão que fica difícil de enrolar, e não adianta passar mais margarina porque logo gruda de novo! E você? Conte a sua experiência, eu paro por aqui, antes que me digam que eu fiz uma desgraça culinária...ahahhah, ou me chamem de gordo com o segudno post seguido sobre comida...
Aqui no meu estado vizinho, ou seja, Santa Catarina, choveu e alagou horrores, uma verdadeira tragédia. Mais de 30 cidades, se não me engano, em estado de calamidade pública, muita coisa em baixo d’água e mais de 90 mortes. Uma tristeza. Parece que há muitos anos não ocorria uma enchente tão braba como dessa vez. A minha mãe tem uma amiga que mora em Blumenau, e ela ligou para ver se estava tudo bem, ao que a amiga respondeu que o que mostram na TV não é nada a mais nem a menos do que a realidade, que a empresa dela está debaixo d’água e que tem muita gente sem água e sem luz e que ela esta suprindo suas necessidades porque tem um poço artesiano. Aqui no meu estado estão fazendo muitas campanhas para doar roupas e suprimentos, bem como dinheiro para SC, e daqui para lá estão indo aviões e helicópteros levar mantimentos. Sei que a Gol também está engajada com uma campanha para doação. Vi agora mesmo na TV que a rede Record está em campanha ferrenha para mandar fundos para lá, estão divulgando uma conta para quem quiser depositar e eles próprios vão doar. Quase todas universidades federais estão aceitando doações. Deixo aqui um apelo para quem tiver uma roupa sobrando (quase sempre se tira alguma coisa que não se quer mais ou que não se usa), um trocado a mais, um quilinho de alimento que seja, se puder doar, doe! Esse é realmente um caso de emergência, e eu já fiz minha contribuição, tinha aqui em casa um baita saco de roupas usadas que sempre damos para nossos parentes da colônia, e aproveitamos para doar aqui mesmo na minha cidade, porque a Casa de Cultura daqui fez uma campanha para arrecadar alguma coisa também. Se tiver alguém aí de SC, e quiser deixar um depoimento, será bem recebido. Bom, acho que era isso!


Agradecimento a Fábio Nunes de Moura pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 30/11/2008).

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Bon Appétit

Há uns tempos, uns colegas de trabalho me convidaram para ir a um restaurante chinês. Gostei da idéia, afinal nunca tinha ido à restaurante nem chinês, nem de qualquer outra nacionalidade. Não foi uma ida ao restaurante, foi um épico de paladares e descobertas para mim, eheheh.
Descobri que se eu fosse para a China, morreria de fome. Tinha lá um tipo de miojo parecido com yakisoba, com um monte de verdura, pedaços de frango em molho com pedaços de pimentão que pareciam mais pimentões de Itu de tão grandes (éca!), tinha um pão recheado muito bom, arroz à grega (não gosto, detesto passas argh!), e mais algumas coisinhas, fora um buffet japonês de sushi (que eu tive a infelicidade de pegar um por um para experimentar, e, claro!, me arrependi, porque todos são super parecidos, um rolinho de arroz preso por alga com um pedacinho de carne de peixe (cru) no meio que é adocicado e que teríamos que comer no mínimo uns 15 para pensarmos em ficar satisfeitos), bom o buffet de sobremesas estava ótimo (pareciam sobremesas normais!) e o “biscoitinho da sorte” tem um gosto maravilhoso (o melhor do cardápio e acho que até vem de graça) e ainda veio recheado com dois bilhetinhos com números da sorte ao invés de um, eheheh.
Descobri também que ao contrário de nós, que “salgamos” a comida, tanto os japoneses quanto os chineses parecem gostar de comida ou insossa ou adocicada. Eu adoro fazer misturadas com comida, e misturar comida salgada com doces como comida com banana, pastel de carne com mel, alface com açúcar, mas isso é uma coisa e fazer a comida com um gosto doce (provavelmente sem sal) que nem eles não é coisa para paladares ocidentais, ou pelo menos não para o meu.
Descobri ainda que coisas que dizem ser sofisticadas como scargot (que nojo) e caviar pelo jeito não serão para o meu paladar, e nunca vou entender como lesma e ovas de peixe podem ser chiques. Bom, eu acho que sempre vou ter uns gostos de pobre, e me orgulho disso, porque gosto de arroz com lingüiça, massa com molho, batata frita com bife! Nham, água na boca!
P.S.: Feliz Dia da Consciência Negra a todos que tem essa Consciência independente de serem negros ou brancos. E Feliz Dia do Técnico em Contabilidade a quem o é!
Agradecimento a Fábio Nunes de Moura pela sua contribuição. Nota expressa sua opinião. (Escrito em 21/11/2008).

Desarranjo Sintético

Desarranjo Sintético
"Era um grande nome — ora que dúvida! Uma verdadeira glória. Um dia adoeceu, morreu, virou rua... E continuaram a pisar em cima dele." Mario Quintana